Família pergunta se eu tenho uma namorada

Se sua família não gostasse de mim, o que você faria? Há muitas opções de perguntas para fazer ao namorado ou à namorada e iniciar um bom diálogo, seja de forma descontraída, seja de maneira mais séria. Mas quando tempo passa, a rotina, a carga excessiva de preocupações e o cansaço tornam mais difícil fazer coisas que expressem: “Eu amo você, você é a pessoa mais importante para mim, eu só tenho olhos para você.” É importante expressar essa afeição, mesmo quando implique um esforço extra todos os dias. A irmã da namorada do meu irmão é sua cunhada. Cunhado(a) trata-se de um grau parentesco direto, o que gera uma proximidade entre as famílias. Para ter um cunhado(a) deve-se ter um(a) irmão(ã) e essa pessoa deve-se casar com outra pessoa, onde essa outra pessoa que irá se casar com seu irmão ou sua irmã será a sua cunhada ou seu cunhado. ... O que acontee comigo o seguinte: Eu tenho uma namorada, e eu a amo muuuito , preciso dela demais pra minha vida, e tenho muito prazer nas minhas relaes sexuais com ela. S que uma coisa me intriga ... Tenho o hábito de ficar pegando, apalpando a fralda quando tô fazendo alguma outra coisa, como se eu fosse um bebê mesmo. Bom também é quando eu uso o lado geladinho do pano, é muito gostoso. Minha namorada faz psicologia e ela me disse que isso (em termos genéricos) é uma espécie de dependência emocional que eu ainda não superei. Eu tenho 25, e maioria dos meus colegas de faculdade/trabalho dessa idade não sabem o que querem da vida, só aproveitam curtição e baladas, não estão construindo nada pro futuro. O que posso te dizer sobre essas amizades, é que se forem de fato sinceras, elas vão te apoiar em todas as tuas decisões e vão embarcar em todos os teus sonhos. No capítulo que vai ao ar em 19 de junho, Ivan (Vitor Figueiredo) pergunta se Marina (Tainá Müller) vai ficar no lugar de seu pai e a mãe diz que a fotógrafa é apenas uma amiga querida. Minha última namorada tinha a família desestruturada. Depois da experiência eu tenho certeza que não namoro mais ninguém assim. 0 comentários curtir (0) 0 anônimo 15/05/2020 16h55. Cara, cresce e seja diferente da sua mãe, da o perdão pra ela e se livra do fardo! ... Mais hoje eu sou uma ótima pessoa e se alguém me julgar por isso ... Tenho namorada, e namorámos há quase 10 meses. Minha namorada não me satisfaz sexualmente, e receio que eu também não a satisfaça. O problema é que quando transamos, sinto que estou a meter uma palhinha numa garrafa. Não sinto o toque lá no fundo, isto é, quando a penetro, sinto que ainda há muito espaço por ser preenchido e o meu pénis não esta segurado, logo, não sinto nada ... Sexo Oral Tenho uma namorada fixa há 5 anos. Eu gostaria de saber se tem problema de contaminação intercalar penetração com sexo oral. Enviado em 04/06/2012 por SS, 27 - SÃO PAULO (SP)

Eu fui babaca?

2020.09.20 02:35 Toddynho4321 Eu fui babaca?

Olá seres humanos, animais e plantas deste planeta (todos nós sabemos q o 6 andar não são humanos) já irei me desculpando pq pode ter alguns erros de português
Bom sou uma menina, sou bem novinha (13 aninhos) a uns 4/5 meses atrás eu instalei o Amino para entrar em um comunidade (mas acabei entrando em umas 10 kkk) mas era só para ler blogs e me atualizar um pouco sobre o mundo do k-pop (Já q não tenho muitas redes sociais para estar informada neah)
Mas tudo começou quando eu criei coragem para entrar no meu primeiro chat, importante ressaltar q isso aconteceu a uns 3/4 meses atrás (Eu sou uma pessoa com o pé atrás para falar com estranhos de modo geral) quando entrei uma pessoa me respondeu, e NA HORA o santo meio q bateu, os tínhamos os mesmos gostos, tipo músicas, jogos, doramas e etc. (Cara era tão louco que eu e ela tínhamos nomes parecidos) mas ok, amigamos e eu criei coragem para começar uma conversa particular com ela, nós conversávamos todo o dia, até q nós começamos a jogar um rpg (no RPG estavam eu, ela, a irmã, dela, e duas amigas nossas) Nos duas éramos um casal e tínhamos uma filha, só q em um belo dia eu decidi perguntar a ela se ela me amava de vdd, então eu falei o seguinte:
-Fulana, vc gosta de mim de vdd, ou é só zuera?
-Se vc gostar eu tbm gosto (disse isso pois não queira me iludir)
Então começamos a namorar de vdd (escondo,famílias preconceituosas e tals)
Mas aí q vem o problema, de umas semanas para cá, eu tive dúvidas quanto aos meus sentimentos por ela (sou bem indecisa, nunca soube sobre meus sentimentos e tals) então decidi esperar e tentar entender meu coração, mas adivinha? Não consegui.... Então tive uma conversa com ela (Nessa altura nós tínhamos trocado face, sim eu ainda uso, pois não tenho permissão para ter outras redes sociais, obs:EU sou do Centro Oeste e ela do Nordeste) Eu entrei em contato com ela pelo menssenger e expliquei oq estava acontecendo, de primeira ela não entendeu então eu disse:
Nessa hora eu senti uma facada no meu coração e com uma lágrima escorrendo disse:
A uns dois ou três dias eu fui falar com a irmã dela a pedido da rainara (Nossa amiga q namora com a carls a irmã da fulana) a irmã da fulana me disse o seguinte
-Se melhorar saiba que a fulana estará disposta para que vc queira ama-la novamente
Quando li isso comecei a chorar, pois não quero q ela me espere, esse sentimento de estar de reserva deve ser difícil, então só desliguei meu cell, e chorei muito, muito mesmo (eram 1:00 dá manhã, fui dormir apenas as 3:00, pq estava chorando ao som de We are bulletproof: the Eternal)
Mais ai vem a pergunta, fui babaca por terminar com ela, mesmo sabendo q ela me ama? Sério estou me sentindo horrível, não quero feri-la, nunca foi minha intenção, ela é muito importante para mim....
Acho q o maior erro desta história é o fato de eu ser k-popper 😔😔
Desculpa, Eu sei q ficou muito grande....
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2020.09.14 03:19 cnt_d_jgr_fr Uma ajuda aqui, /r/ desabafos.

Já pensei em fazer este tipo de post várias vezes antes, nunca seguia em frente, dessa vez decidi publicar. Já moí e remoí inúmeras vezes como começar, e escolhi esse jeito que foi diferente de todos os outros que pensei. Desculpem, eu escrevo muito, e não sei se vocês irão ter paciência de ler tudo. Se sim, obrigado;
É difícil saber onde começar, mas provavelmente deve ser pelo mal raiz: A depressão. Eu convivo com ela e a ansiedade já fazem anos e anos. Eu desde criança fui alegre, esperto, inteligente, (bem acima dos demais ao meu redor, que me cedia elogios de todas as partes) mas no geral, normal como qualquer um. Eu não sei se vou conseguir descrever todo o processo, mas a partir do final da adolescência se não me engano isso começou. No começo meus pais não ligaram muito e nem eu, mas com o tempo, foi piorando. Fui perdendo o gosto por coisas que sempre gostei, não tinha mais graça jogar video game que desde criança eu o fiz (e hoje em dia tenho inglês de nível avançado que aprendi como auto-didata) ou assistir alguma coisa de comédia, seja de qual tipo fosse. Hoje em dia é raro. Eu deixei passar e ela nunca ficou tão ruim, achei que não iria piorar, agora ela tomou conta de uma maneira que eu não consigo sentir. Eu acordo, levanto, como, sigo o meu dia, mas pareço um robô na maioria das vezes.
Existem circunstâncias que pioraram, eu sempre fui o risonho que fazia piadas e gracinhas, mas desde cedo tive a visão eu sabia que caso o palhaço saísse de cena o show iria acabar, e assim foi. Minha família sempre foi normal pra todos, mas entre 4 paredes ninguém sabia o que se passava, desde criança meu pai bebia, e isso causava brigas, xingamentos, até agressão acontecia. Acabou minha época de se palhaço quando a depressão piorou e a família agora tá pior que nunca. Minha mãe seguiu sempre com ele, acabavam as coisas ruins e tudo voltava ao normal. Ele nunca teve muita força emocional, quando acabava o dinheiro, ou aparecia uma dificuldade, queria afogar tudo no álcool. Minha família também nunca foi de sair, e eu sempre gostei de ler, de exercitar a mente de tudo que é jeito, e não saí ou fiz amigos quando me mudei. Cada um tem seus hobbies, eu sempre escutei isso e achei que apesar de ruim não era tão debilitante. Porém os anos passaram, passaram, passaram, hoje no meio de tantas crises (como a de 2008 por exemplo) meu pai já não tem mais emprego, e com todas as coisas que aconteceram voltou a beber. Problemas, dívidas, brigas, polícia, mais brigas, mais dificuldades, e tivemos que nos mudar pra uma cidade pobre e pequena. Minha mãe pensou que iria melhorar a nossa situação, resultado: Não melhorou.
Eu não tenho emprego (e duvido que encontraria alguém que me cedesse uma vaga, pra ter que toda hora tirar licença por causa de ansiedade) e os tratamentos que fiz nunca deram certo (só me deixaram pior) o que não é surpresa já que nunca morei em uma casa com uma família "normal" tem anos e meu stress está absurdamente alto. Não me dou bem com ele mas ainda convivemos todos juntos vivendo às custas do mesmo. Ele sabe que tem que nos ter perto pois a família mesmo não quer ele na casa deles. Minha mãe tbm n tem condições de trabalhar, meu pai voltou com a bebida e só deu uma trégua porque tem medo da pandemia mas ainda assim tem os dias de desespero dele que acha que se encher de álcool vai fazer os problemas sumirem, mas não sumiram e trouxeram um outro: Uma úlcera forte que é outro motivo pra ele beber e tentar mascarar a dor enorme e que recusa a tratar no médico mesmo com meu tio e tias querendo ajudar.
No presente, estou com 29 anos, nunca tive uma namorada, uma companheira, alguém pra dar e receber suporte nos momentos bons e ruins, isso porque sempre tive vergonha e achei que podeira acontecer como nos desenhos ou na TV e ter alguma que acabasse se declarando pra mim e não me fazer passar por isso. Nunca aconteceu. As pessoas dizem que ser BV e/ou Virgem são coisas impostas pela sociedade e não nos devemos se sentir mal por isso, mas a solidão dói. Dói muito. À noite é horrível, HORRÍVEL. Nem pra ser como uma dessas pessoas que arranjam uma mulher burra ou que também só tem interesse em um relacionamento rápido pra não ficar sozinha eu tenho sorte, parece que é uma opção inexistente e isso me deixa em um desolamento enorme. Sempre me achei feio ou estranho, fiz uma auto-reflexão e vi que não sou, e que existem casos piores, mas ainda assim todos ao meu redor estão conseguindo alguém, casando ou namorando ou movendo a vida pra frente.
Recentemente comecei o noFap porque vi vários benefícios que todos que tentam reportam. Após alguns dias tive um dos primeiros benefícios e senti mais disposição, mais confiança, só de sair na rua por causa de um compromisso consegui atenção de uma vizinha que morava aqqui por perto sendo que ela só me cumprimentava casualmente. Um dia depois e seguinte, voltou uma depressão, mais forte, sem vontade de fazer nada, sem apetite, e nenhum dos benefícios continuaram. Pretendo seguir mais, só que vai ser difícil porque minha cabeça tá MUITO mal.
Enquanto tava digitando esse post, no dia que pensei em mandar e não mandei, tava tão desesperado que tive pensamentos de acabar com tudo. As outras vezes que tive isso estava em situações ruins também em todos os lados. Pra piorar agora tem essa pandemia: Mesmo que melhorasse da D + A, não há empregos. Mesmo se quisesse ir pra algum lugar, há o risco. Estamos sobrevivendo da aposentadoria e de auxílio, e o dinheiro está acabando além do fato de que os problemas alimentam uns aos outros. Minha época de maior disposição física e maior apetite pra relacionamentos passou, e o tempo continuou correndo vertiginosamente. Queria perguntar à vocês o que eu poderia fazer pra tentar sair dessa, porque dessa vez tá muito difícil. Posso responder mais perguntas caso tenham alguma.
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2020.09.05 13:58 tOKYOFF Minha namorada terminou comigo

É isso, minha namorada terminou comigo. Após 4 anos e 2 meses ela terminou comigo por mensagem.
Namoramos por 4 anos, sempre tivemos brigas mas sempre nos resolviamos na conversa, sem desavença sem remorso. No final do ano passado como de costume eu vou para Natal ver minha família e como não sou eu que marco o dia de volta das passagens, acabei voltando apenas em fevereiro, ela ficou chateada mas tudo ficou de boa, foi me buscar no aeroporto e tal. Seguimos o ano normal, saimos e tal, até que chegou a pandemia (esqueci de mencionar que ela conseguiu um estágio em São Paulo no começo do ano), ainda nos viamos normal já que a doença ainda estava "controlada". Quando começou a quarentena deixamos de nos ver já que ela continou trabalhando e eu como grupo de risco, não queria pegar 3 ônibus pra ver ela. Meu pai sabia que não ia dar certo a gente se separar por muito tempo já que vivíamos grudados e se ofereceu pra buscar e levar ela todo fim de semana. Foi perfeito, ela não trabalhava de fim de semana, seguimos todos os protocolos de higiene e ficavamos felizes.
Em um fim de semana ela veio pra cá, super feliz, passamos o dia felizes, fizemos churrasco e tal. Uma semana depois ela termina comigo por mensagem... eu sou extremamente apegado e praticamente me humilhei pra que aquilo não acontecesse, marquei de nos encontrarmos para conversar melhor. Long story short, ela não queria mudar de ideia porque diz que demorou pra tomar essa decisão. Ela me diz que sente que não é mais o mesmo relacionamento, que estavamos empurrando com a barriga porque a gente não conversava mais (completamente descartando o fato de que ela não usa o celular direto e passa parte do dia trabalhando), expliquei que a gente não tinha mais tempo pra conversar e disse que mesmo assim eu sempre tempo todo dia conversar com ela, ficou irritadada e disse "nem transamos mais" (no meio de uma pandemia????) e eu disse que podiamos resolver tudo, não precisava de tudo isso, mas não adiantou.
Agora depois de um mês continuo triste, não tenho coragem de tirar nossa foto da mesa. Meus amigos apenas falam com e esqueceram que eu também estou sofrendo. Tenho que ver os posts dela no face praticamente fazendo graça do nosso término (piadas de "você já terminou um namoro mas...", "você casaria comigo sabendo que...") e isso machuca porque ela passa por isso como se 4 anos não fosse nada. Nem eu nem ela contamos para alguns amigos e família e nem sei como iremos fazer isso, vou ter que explicar pra toda minha familia que terminamos e ficar triste a cada pergunta dela.
Sentirei falta da família dela.
Minha ideia não era dizer tudo isso mas acabou que ficou desse tamanho, como a única pessoa que era minha amiga era minha namorada preferi desabafar aqui mesmo, onde infelizmente sei que vou ter mais ajuda do que meus "amigos". Só de vocês lerem será de enorme feito pra mim, gostaria de agradecer este sub, há pessoas de muita compaixão aqui.
Bom, vale mencionar que tive uma época com depressão e possuo ansiedade extremamente forte então continua difícil superar isso mas deixarei que me dêem conselhos.
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2020.08.22 02:53 RainLyrics Conflito interno , tenho 19 anos e estou perdido na vida

Atualmente tenho 19 anos e concluí o ensino secundario em ciências e tecnologia no entanto nunca parei para pensar no meu futuro e acabei o 12ºano com média de 11.
La cheguei ao 12º ano, o tempo voou, pelo caminho fiz amigos para a vida e conheci uma rapariga incrível em todos os sentidos com que comecei a namorar, nunca me tinha sentido tão bem, até começar a pensar no futuro, estar com os amigos ou a namorada e a certa altura eles falaram dos seus planos para o futuro e questionarem-me a cerca dos meus e eu não saber bem o que responder deixava-me agoniado , mas o golpe maior foi num dia em que fiquei de dormir em casa da minha namorada , nessa noite ao jantar com os pais dela quem me fez essa pergunta foram eles...tanto eu como a minha namorada ficamos sem reação, ela sabia perfeitamente que eu arranjava sempre desculpas, mas que com os pais dela nunca iria resultar, enfim que situação, acabou ela a responder por mim....na maneira mais sofisticada possível que eu "não sabia", que ambiente, só queria fugir dali, passei a noite toda acordado a pensar naquela situação, não sabia sequer o que queria da vida e ali ao meu lado estava uma rapariga com a vida toda pensada, nos dias seguintes a situação não melhorou, sentia que a vida de toda gente estava a seguir o rumo certo e depois sobrava eu, ali encalhado sem saber para onde me virar, não consegui suportar a situação e num dia algures em março acabei com ela...que sentimento...senti-me completamente podre...nem lhe conseguia olhar na cara enquanto ela chorava, la me fui embora enquanto ela olhava para mim a chorar e perguntava o porque, que situação, menti a minha mãe e la disse que ia dormir a casa de um amigo,na verdade, com os trocos que tinha apanhei o bus para a praia, era fim da tarde/noite e la me fui deitar na areia enquanto chovia, claramente não consegui dormir ali, doía-me o peito e estava frio ainda assim la andei ali até ao horário do ultimo autocarro só para me aperceber que não tinha dinheiro para voltar, enfim comecei a andar por ali, a certa altura tive a vontade 2 horas e tal sem encontrar ninguém a caminhar nos passadiços de madeira, até me lembrar de ir para casa, demorei quase 4 horas a pé, nos dias seguintes também fui cortando o contacto com os amigos mais próximos, não queria que percebessem o quão triste a minha vida era.
Já la vai uns quantos meses, ela e alguns amigos ainda tentam fazer contacto comigo, ainda penso nela e nas pessoas que deixei para trás, passo os dias sem fazer nada, na expectativa de talvez vir a tomar uma decisão, parece que nunca tive tanto tempo como agora, no entanto sinto um desconforto autentico, como se ainda fosse a tempo de ter um futuro.
Sinto-me perdido de varias maneiras e não estou a conseguir lidar com a vida , gostaria de receber alguns conselhos.
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ATUALIZAÇÃO
Ainda não consigo acreditar, dificilmente consigo-vos expressar o quanto me custou mentalmente pedir ajuda, ontem a noite após ter escrito tudo o que tinha a expressar e após o dilema entre publicar e não publicar la tentei publicar, na qual a publicação foi removida automaticamente, comecei a rir que nem um perdido, enfim la tentei outra vez e la foi removida automaticamente outra vez...desisti e la me fui deitar, hoje ao ir ao telemóvel reparo nas notificações...nem acreditava, tinha ido dormir a acreditar que não tinha publicado nada, nem sequer pensava em voltar a tentar. Fui lendo os comentários ao longo do dia e assim que possível tentar atualizar a minha publicação, entre concelhos, experiências de vida, pessoas a oferecerem-se para me ajudar e a pedir mais informações sobre a minha situação decidi que devia falar um pouco mais do que me levou a esta situação.
Vivo apenas com a minha mãe, o meu pai morreu quando eu tinha 3 anos e a minha mãe 26, desde que me lembro ou pelo menos desde o meu pai ter morrido que temos problemas financeiros, diria facilmente que a única família que tenho é a minha mãe e uma prima dela que vemos ocasionalmente, ainda assim dificilmente sentia alguma diferença entre eu e as outras crianças até chegar aos meus 13 anos, de alguma maneira começava-me a afetar o aperceber-me que era pobre, a minha mãe fartava-se de trabalhar e ainda assim vivíamos desde que me lembro nesta casa velha, pequena e cheia de humidade, não me faltava nada mas vivíamos com o mais básico que existe, por essa altura la me deixei afetar por isso e cai numa fase rebelde, fiz a minha mãe chorar bastante e la chumbei o ano embora as minhas notas de anos anteriores fossem 4/5s , passando esta fase, novo ano, as minhas notas voltam a ser 4/5s ate completar o 9ºano ,entro no ensino secundário e a mentalidade muda, já falam em fazer medias para mais tarde se ir para universidade, no entanto nos não temos condições financeiras para eu ir para a faculdade, nunca sequer for uma possibilidade discutida, porque razão devo me chatear a estudar?Lá prossigo o secundário, altura em que se começa a ir sair mais e a gastar algum com os amigos, no entanto não posso pedir dinheiro a minha mãe para isso...não sou capaz, entre o meu 11º e 12º ajudava as vezes num cafezito e fazia de ajudante de trolha de um senhor que conhecia para ganhar algum, nunca contei isso aos meus amigos ou namorada...preferia inventar sempre algo, estou no inicio da minha relação e acontece que acabo por ir a casa dela...claramente já sabia que os pais dela tinham posses, era fácil para mim perceber isso no entanto o que pensava ser a realidade estava noutro nível, só a sala da casa dela era maior que a minha casa, os pais dela eram pessoas de estudos, bem educadas que viviam numa outra realidade, isso mexeu muito comigo, a partir dai comecei a esconder ainda mais a minha vida dos outros, em momento algum convidei a minha namorada ou amigos para irem a minha casa, e la ia vivendo ate chegar ao mês de março, por essa altura a minha relação com ela tinha crescido de tal maneira que eu tinha a certeza que ela estava completamente apaixonada por mim e eu por ela, não conseguia pensar noutra coisa, estávamos sempre juntos, ela já falava no nosso futuro e eu acompanhava, estávamos em sintonia, no entanto sempre que tínhamos essas conversas eu ficava apreensivo, de que maneira conseguiria suprimir as expectativas dela? Ela sempre soube o que queria para ela, no entanto eu deixei andar, nunca me preocupei com o meu futuro, eventualmente como já disse...acabei com ela , provavelmente por sentir que não a conseguiria acompanhar.

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2020.08.17 21:15 Pleasant_Flow_6803 Estou Feliz, agora. Desabafo em forma de AmA

Prelúdio
Faz alguns meses que conversando aqui e no brasil tenho pensando em uma forma de retornar a comunidade o tanto que eu ganho lendo e respondendo posts. No entanto não curto falar muito sobre a vida privada, é muito fácil juntar algumas peças e perder a privacidade na internet.
Em alguns desses posts pude dividir histórias com pessoas passando por um momento difícil, e mesmo com alguns pedidos para falar mais sobre, sentia esse problema da privacidade para aprofundar em algumas respostas.
Tive então ideia de fazer um Ask me Anything(AmA) por aqui(mods, ta valendo?) em formato de desabafo. Obviamente essa é uma conta nova, descartavel.
Meu desabafo
Eu uso nosso subreddit como uma forma de elevar minha empatia. Sempre tive muito dificuldade com empatizar com pessoas em situações distantes a minha realidade. Quando entrei aqui a ano atrás consegui em poucos dias ja melhorar muito no meu dia a dia. Nunca fui indelicado com ninguém(eu espero) mas na minha cabeça sempre via os problemas como muito fáceis de resolver e parecia que as pessoas gostavam de passar trabalho.
Depois de ir na terapia(com essa meta de melhoria da empatia), consegui abrir a mente e os olhos. Por motivos diversos, o ser humano não consegue sair de dentro do problema e ver as coisas de forma desconstruída. Quando se está de fora, sem o peso de tomar uma decisão, tudo tende a ser mais fácil. É preciso ter empatia para ver isso.
Sobre Mim
Minha conta oficial no reddit é de 2013, mas tenho usado mais nos últimos 5 anos.
Tenho 36 anos, casado, dois filhos de 8 e 3 anos.
Minha esposa e eu estamos felizes, e a pandemia teve um efeito positivo, estamos mais próximos do que nunca(seja no aspecto de parceria, amizade ou seja no sexual).
Nos conhecemos jovens ainda, começamos a namorar aos 21 anos(sou alguns meses mais velho).
Tive bons privilégios familiares na minha criação. Família com amor e uma certa estabilidade financeira(pai bancario, mãe professora). Até os 18 anos, sempre morei no interior(cidade de 10k habitantes), ou seja por um lado tinha computador já aos 10 anos, mas demorei a ter internet(comparando com pessoas da mesma idade morando em capitais) e só fui ao cinema em raras ocasiões na infância(vi Jurassic Park no cinema);
Pelo pai bancario, nos mudamos umas 3x entre meus 8 e 14 anos.
Sai de casa com 20 anos pra ir pra capital do estado, desde então pago minhas próprias contas.
Ja morei em 3 capitais de estado no Brasil.
Minha 1a viagem internacional foi em 2013, desde então fiz mais 5 viagens internacionais longas.
Ja perdi amigo idiota em troca de virar amigo da namorada dele que ele destratava, hoje é nossa amiga de coração.
Já perdi um grande amigo por EU ser babaca com ele, hoje nos falamos, mas nunca mais tivemos a mesma relação(é uma das razões por buscar ter mais empatia).
Quase morri atropelado por um ônibus, fui salvo por um anjo até hoje desconhecido pra mim.
Gosto de jogar, e tenho conseguido em média jogar quase todo dia, mantendo uma bom balanço dando atenção pra família e para o trabalho.
Tenho uma renda muito boa, mas como bom classe média brasileiro, vivo em voltas com bons e maus momentos financeiros(estou trabalhando para melhorar)
Já chorei por achar que nunca ia ter uma companheira, muito menos uma família.
Ask me anything
Acredito que abri varias possiveis tópicos, que posso com a tranquilidade do anonimato, responder qualquer coisa que queiram saber. Muito coisa devo ter esquecido de pontuar, fiquem a vontade para trazer qualquer assunto.
Como é balancear familia, casamento, jogar no pc e trabalhar? Consigo dormir?
O trabalho me realiza? Já demiti pessoas? Ja fui demitido?
Sexo 1 vez por mês ou todo dia? Rola orgasmo para os dois? fazemos anal?
Ja passei fome?
Qualquer pergunta está valendo, farei um o máximo possível para dar uma resposta verdadeira a respeito da minha vida, e com profundidade para realmente ajudar.
Regras
Vocês já sabem que no Brasil a única regra, é não há regras.
Bom, eu só peço para serem verdadeiros em suas perguntas. Pergunte algo que vai te ajudar.
Eu vou responder tudo, tudo mesmo. Mas ficarei muito feliz em saber que além de uma curiosidade sua, a pergunta esta relacionada a um problema, uma situação complicada e você precisa de um ponto de vista diferente, distante do teu cenário.
Fiquem bem!
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.25 04:16 sem_ideiaa O DIA EM QUE MINHA MÃE ACHOU QUE EU NAMORAVA MINHA MELHOR AMIGA

Olá á todos e todas que estiverem lendo minha história, se o Luba ler isso ficarei muito feliz kkk, enfim, tenho 13 anos e desde que me conheço por gente, eu conheço minha melhor amiga, vamos chamá-la de Desodorante (é um meme interno, não precisam saber), ela é uns meses mais nova, mas como ainda não fiz aniversário temos a mesma idade, nossos pais se conheceram na faculdade e começaram a sair juntos, nessa época nossas mães estavam grávidas, o que facilitou mais ainda na interação.
Depois que nascemos as duas famílias se encontravam, quando era ainda bem pequena sempre ia na casa dela, pois a mãe dela me chamava, era uma tensão muito grande pois ambas tínhamos muita vergonha pois estávamos ali por que nossas mães queriam, não ia lá pois era obrigada, eu até queria fazer amizade com ela, os anos se passaram a gente foi se soltando, não viramos melhores amigas de cara, nos denominamos assim no ano passado, mesmo com 11 anos de amizade já,
Mas esse foi o contexto, a história que vim contar aconteceu há algumas semanas, por conta da quarentena nós acabamos nos aproximando mais por incrível que pareça, começamos a fazer chamada de vídeo todos os dias/ noites/ madrugadas a gente dormia em call todos os dias, ficamos muuuito próximas, depois de meses chamando ela para vir aqui na minha casa, deu certo, e tomando todos os cuidados ela veio em casa passar o final de semana. Como de costume na semana inteira a Desodorante ficou animada em vir me ver, e você sabe aqueles colares de melhores amigas?
Então, uns meses antes a gente tinha falado sobre isso e eu amo pulseiras e falei que era legal ter isso para simbolizar a nossa amizade, ela disse que era brega e eu deixei pra lá pois só comentei mesmo, na semana antes de vir para cá ela disse que havia comprado alguns anéis e uns eram iguais e disse que iria me dar um para ser como um colar de melhores amigas (ela tinha mudado de ideia). Quando a Desodorante chegou aqui, ela me deu o anel e a gente fez parzinho, o fim de semana inteiro eu tentei esconder dos meus pais o anel, mas não porque sentia algo a mais sobre aquilo, era para evitar questionamentos e olhares tortos, meus pais nem viram pois sempre que passavam eu colocava a mão em baixo da mesa, e eu estava tão cansada pois tinha acabado de terminar a semana de prova que só queria aproveitar que minha melhor amiga estava na minha casa e não numa tela de celular, sem preocupação .
O fim de semana foi incrível e eu aprecio muito os momentos que tive com ela que vou guardar para sempre (o meme do desodorante surgiu nesse fim de semana em que ela esteve aqui), era terça-feira de tardinha, estava assistindo a reprise do RPG pois não assisti sábado pela visita, minha mãe me chamou para levar uma blusa para ela pois tinha acabado de tomar banho, e como minha mãe não estava passando bem, fui a ajudar a colocar a blusa, ela viu o anel na minha mão e eu já sabia que isso não ia dar bom.
PS: Minha mãe na maioria das vezes não acredita em mim pois quando coloca algo na cabeça era difícil de tirar, por isso eu só aceito pois sei que não tem o que eu fazer.
Mesmo assim falei com ela que não significava namoro (o que ela tava pensando) e sim um gesto de amizade, como ela não estava bem e também pelos motivos acima eu simplesmente saí de lá , não deu tempo de continuar o RPG naquele dia pois já tinha perdido 10 minutos da história. Fiquei a noite inteira ouvindo do quarto minha mãe criando teoria pro meu pai, ela até falou com a mãe da Desodorante, que a encheu de perguntas, a qual esclareceu pois tem uma convivência melhor com a mãe, mesmo assim minha mãe já havia enfiado na cabeça a história de que nós eramos namoradas. Agora está uma merda de clima estranho entre eu e a Desodorante e nós não nos falamos já faz algumas semanas, sinto falta da minha melhor amiga. Essa história ainda está ocorrendo pois por esse motivo minha mãe nem fala mais comigo direito e fica criando paranoias sobre mim que eu sei que são mentira, mas estou esperando para ver até onde ela vai, enquanto isso meu pai fala comigo normal e meu melhor amigo ouve 7 mil áudios de 53 minutos sobre isso.
Essa é minha história, espero que eu e Desodorante voltemos á ser amigas sem essa tensão e que tudo se resolva com a verdade, um beijo e obrigada por ler até aqui, eu escrevo bastante, você é um guerreiro kkkk xauzinho
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2020.07.18 08:30 rafaspbarbie A AMANTE.

Oi genty, povo tudo vocês, Lubisco, gatitas, editores, turma, galero, convidado não por que né QUARENTENA, mds to nervouser. Essa história é a história de como eu virei a amante de um cara. Como é uma história anônima, vou mudar os nomes tudo. Se preparem pois ela é looooonga
Bom, em meados de 2016, tinha voltado a estudar na Tijolinhos (nome fictício de uma escola particular em Brotas-SP) depois de repetir de ano e tal. Lá conheci a Joséfa, que virou minha melhor amiga pra vida (ou não, né?), e desse rolê todo boa parte foi culpa dela (TÔ DE OLHO JOSÉFA). Um lindo dia na escola, tava eu lá, com vontade de fazer pipi, ou só me olhar no espelho pra ver o quão bonitona eu tava, e quando tava descendo eu vi ELE, Pablo, na sua escadinha de técnico de Wi-Fi, skksksksksks ele era lindimais (bom, eu achava né) e daí eu passei por ele, trocamos olhares bem calientes, mas ficou por isso.
Logo de noite ele me adicionou no SNAP, sim, snapchat. E trocamos muita ideia, ele era muito inteligente e a gente combinava em muitos aspectos, tava xonadinha. Depois de uns dias conversando com ele, o mesmo apareceu na escola de novo, E DAÍ QUE COMEÇA A MERDA. Estava sentada com Joséfa e comentei:
Na hora eu mandei mensagem pra ele falando um monte de coisa, que era um absurdo ele namorar e falar comigo daquela forma, insinuando coisas, falando pra gente ficar e tal e que eu seria só amiga dele a partir daquilo, AHAM.
Daí entra a parte importante da Joséfa na história. A doida nada mais nada menos me chamou pra fazer vôlei com ela, e eu fui, tinha dois horários, o das kids e dos adultos, íamos nos dois. Fomos no primeiro horário, e partimos pro segundo logo em seguida. Então tava eu lá, linda e plena mexendo no celular e daí a anta da Joséfa começa a dar risada olhando pra longe, eis que me vem à imagem de quem? PABLO. Ela já sabia que ele fazia vôlei, acho que ela queria ver o circo pegar fogo, MESMO. Ele me cumprimentou todo sem graça, mas sempre trocando olhares comigo do tipo "te quero" e eu me segurando pra não pular nele ali mesmo. A gente continuou conversando normalmente, mas havia um flerte sim, mesmo que muito inocente.
Mais pra frente, decidi chamar ele pra conversar, falar pra ele que eu estava gostando dele de verdade, combinamos de conversar depois do vôlei e ele me daria uma carona até a casa dele. A conversa foi basicamente os dois se olhando na maior vontade, eu falando que gosto dele, ele retribuindo, mas também falei que não faria nada em respeito a namorada, AHAM². Durante a conversa teve troca de carícias, muitos abraços, carinhos e olhos nos olhos. Quando íamos pro estacionamento pegar a moto dele, ele me levou para um canto escuro e tentou me beijar, mas dei um abraço porquê não tava me dando por vencida. Quando subimos na moto, ele me disse que ia passar na casa dele pra pegar o carro pois seria mais confortável pros dois (o que ia ser mais confortável hein, Sr. Pablo?!), mas que não era pra me preocupar pois não teria ninguém em casa... MAS TINHA! A família toda dele tava lá, mãe, padrasto, irmãos.. entrei lá com a maior vergonha, ainda tive que ouvir do irmão "quem é essa menina estranha?" Fui pro QUARTO dele, sentei lá na cama e fiquei um tempo ali absorvendo tudo, enquanto ouvia ele falando com a mãe sobre mim, "apenas uma amiga"... sei (foi exatamente o que a mãe dele disse, não tínhamos muita credibilidade). Fomos pra minha casa e ele tentou me beijar de novo, mas não rolou, ainda achava que não daria o gostinho pra ele.
Continuamos conversando e tendo uma relação bem inocente, e era muito bom, confesso. A gente ainda ia no vôlei, ele me dava caronas, era bem discreto e bom, como aqueles romances dos anos 50 que não havia nem beijo, o sentimento se mostrava em outras demonstrações, no carinho, no toque, nas conversas, nos olhares e era bem assim, me vendo por fora da cena, veria uma garota com cabelos aos ventos sorrindo na garupa de uma moto abraçada em um cara que a fizesse sentir o amor, o vento, borboletas no estômago uma primeira vez.
Eu, Joséfa e Pablo descobrimos que teria uma chuva de meteoros na madrugada de quarta pra quinta, nos animamos muito pra ir, mas no fim iria só eu e ele... era o que eu achava, né? (Só pra constar, não havíamos beijado ainda.) Bom, ele me buscou em casa, fomos pra casa dele buscar cobertores e nisso ele me deu uma camiseta (que eu tenho ate hoje) de unicórnio. Com isso ele me disse que umas pessoas iam junto, fiquei meio assim, mas se não tinha problema pra ele, por que teria pra mim? Só que essas pessoas eram o que? A FAMÍLIA DELE. Primos, tios, tia avó (que aliás, gostou muito de mim) muitos deles achavam que eu era a namorada dele mesmo, pois estávamos muito próximos já. Durante a chuva eu só conseguia olhar pra ele, muitas das vezes ele me fazia olhar pras estrelas (não é atoa que eu o chamo de "Sr. das estrelas"), esperando algum meteoro cair, mas eu não vi nenhum. Enquanto estávamos lá, com a família dele, a gente se acariciava, ele me dava selinhos e eu juro que podia ser só isso pro resto dos meus dias com ele, pra mim estava perfeito. Fomos embora, levamos um dos tios dele pra casa, nisso ele me pergunta se eu queria ir embora já, obviamente disse que não.
Fomos para uma parte onde dava pra olhar bem as estrelas, mas naquele dia eu tava cansada de olhar pra elas. Nós paramos o carro e, naquele momento tudo parecia em câmera lenta, de olhar um para o outro, como tirar o cinto e até na hora do (finalmente) beijo. Sim, naquele momento eu virei A Amante. O beijo foi incrível, tudo se encaixou, foi o melhor beijo da minha vida até hoje, tínhamos química, minha pele se arrepiava só dele me tocar, era tudo como um conto de fadas, só que sem a parte do príncipe encantado.
Eu vivia com ele, vivia na casa dele, assistimos vários filmes, passamos por lugares incríveis, daqueles que faziam a gente suspirar e não querer parar de olhar. Cada vez mais eu me apaixonava, ele me fez sentir coisas que eu nunca senti, me fez ver coisas que eu nunca vi, me fez me maravilhar com as coisas simples, como estrelas. Mas eu sempre ouvia dele que ele sempre era o coitado, de como a Jurema (a tal da namorada) era ruim com ele, das vezes que ela traiu ele, das vezes que ela o tratou mal, mas mal sabia Jurema o que ele fazia também, mal sabia ela o quanto eu me sentia mal por isso. Sempre coloquei na minha cabeça que não tinha motivos para trair, mas que eu me conformei com a situação, achei que, dessa vez, tava tudo bem, até porquê eu tinha ele, né?
Como o tempo, tudo se passava, ele me fazia promessas, me prometia terminar com Jurema, que seríamos felizes, ja estava enjoada de ser rotulada como A Amante, não só por mim, mas por ele, por Joséfa também (que passou vários momentos de vela entre eu e Pablo). Numa dessas fui até na casa da avó dele, joguei truco com sua família, beijei ele na frente deles, (um deles lembra de mim até hoje, fala comigo como se eu fosse a ex oficial dele kkkk). Numa outra saímos com um dos seus amigos, nesse dia descobri que a nossa música era aquela lá, a tal da Cataflor do Tiago Iorc, aquela que toda vez que ouço lembro do dia em que eu ouvi pela primeira vez. Esse tal dia estávamos eu e Pablo em sua casa quando ele recebe uma ligação do seu amigo falando que ele queria vê-lo, Pablo falou que estava com uma "amiga" e esse amigo, o Gerson, disse que tudo bem eu ir junto. Entramos no carro, cumprimentei ele, e logo ligamos o som do carro ouvindo Tiago Iorc num tom bem doce, todos cantando e, no momento que esta começou a tocar, ele segurou a minha mão e disse:
-Ok.
Nisso começa a letra, não era atoa que eu me apaixonei, um cara que disse que me daria todas as flores no mundo mas que nenhuma delas chegava a ter a beleza que eu tinha, que a natureza tentou imitar 'tamanha' beleza mas que falhou, pois não tinha como ter algo tão bonito quanto. Como eu não me apaixonaria? Eu também não sei responder essa.
Logo após um tempo, comecei a cobrar o término dele e ele sempre me dizia que era muito difícil, pois era um relacionamento muito longo (3 anos). Pois bem, um mês depois disso ele terminou, viajou pra cidade dos primos dele, foi em várias festas, beijou várias meninas e depois que voltou, me buscou em casa, fomos pra um dos "nossos" lugares, ele sentou comigo e me contou tudo, das meninas, de quem ele teria ficado, como que ele estava amando ser solteiro e tudo mais. A ficha não tinha caído, ele realmente estava solteiro, não devia mais nada à ex, mas ao mesmo tempo parecia que ele não devia nada à mim também, que o cara que falava aquelas coisas, me fazia sentir aquelas coisas e falava que era apaixonado por mim havia sumido junto com o término dele. E. ISSO. DOEU. MUITO. Ficamos naquele dia, mas eu fiquei extremamente desconfortável, cheguei em casa e chorei por horas, do tipo "será que aquele cara nunca existiu?". Nos afastamos cada vez mais, e cada dia que passava a única oportunidade de ver ele, eu não via.
Teve uma festa, a Semáforo, foram todos meus amigos, me diverti pra caralho, dancei por bosta e por fim, ele estava lá, fiquei com ele várias vezes, fiquei com a Joséfa também (pela primeira vez), demos um beijo triplo, ficamos por maior tempão juntos, até subi no colo dele quando ele tava deitado no sofá kkkk, hoje em dia isso é de boas, mas na época muita gente me julgou. Depois disso nos afastamos de vez.
Umas semanas depois, estava na aula de artes, (na qual a professora era madrasta do Pablo) quando a professora diz:
Olhei pra Joséfa na hora e fiquei muda, aquilo partiu mais ainda meu coraçãozinho. Mas o que não era pra ser, não ia ser, não é?
Bom, gente, essa foi a minha história. O Pablo continua com a Múmia, mas não adianta ter uma aliança no dedo DE NOVO, e ainda olhar pra mim com a mesma cara de apaixonado de antes, vir me seguir nas redes e ainda dar em cima de mim, TÁ PABLO??? VÊ SE APRENDE A RESPEITAR A SUA MULHER, BEIJOS.
Um beijo no core de vocês, espero que tenham gostado, xau.
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2020.07.11 00:56 monstawonder Dúvida sobre o Corona Virus

Boa noite,
Hoje acordei com a notícia que a família do meu melhor amigo deu toda positiva ao teste do CO-VID, entretanto o meu amigo teve a sorte de dar negativo.
Achei isto muito estranho, sendo que ele convive diariamente com a família e foi o único a não apanhar... Até a namorada apanhou.
Sendo eu um grupo de risco, fiquei preocupado. Já tive duas pneumonias, sou asmático e tenho um medo do caraças de apanhar está merda.
Eu tive em contacto com ele sendo que temos um negócio juntos, entretanto liguei para a DGS e disseram para eu fazer quarentena durante 14 dias para prevenir e só se tiver sintomas é que posso fazer o teste.
A minha pergunta é, os testes são 100% fiáveis? Uma pessoa que dá negativo hoje daqui a dois dias já pode dar positivo? Já não entendo um caraças disto.
Desculpem a ignorância, mas sou um pouco desligado das notícias.
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2020.07.04 01:46 throwawaypt123123 “Aquele rapaz que toda a gente conhece”

Esse, era eu quando era novo. O popular. O “fixe”. O que tinha boas notas, mas não se juntava com os “nerds”. O que só fazia porcaria nas aulas. O que jogava bem à bola. O que se chegava à frente.
Era o centro de toda a atenção sem a procurar. Era assim e pronto. Olhando para trás, vejo que os meus colegas ou me admiravam, ou me invejavam. De qualquer maneira, não passava indiferente a ninguém.
O meu gosto natural pela aprendizagem levou-me sempre a ter excelentes classificações durante esses anos, embora me juntasse com os “piorzinhos”. No entanto, algo viria a mudar. O meu interesse desvaneceu. De repente questionava-me o porquê de estar a aprender aquilo, e deixei de apreciar o processo independentemente do conteúdo. Cresci e comecei a questionar-me das coisas? Talvez os professores tivessem piorado? Os colegas mudaram? A matéria lecionada deixou de ser relevante? Talvez um pouco de tudo.
E aí está o grande e popular OP, com por volta de 18 anos, a chumbar no 12ºano e longe de ser o centro das atenções (pelo contrário), irreconhecível. Que se passou? Para além do facto das minhas notas terem baixado drasticamente, a minha personalidade também se alterou. Coisas da adolescência? O grupo social que me seguiu durante grande parte até aos 16 separou-se. De repente, uma nova turma, que apesar de com certeza ter ouvido alguns dos meus “feitos”, não me conhecia, não sabia o “boss” que eu era. Um pequeno, mas gigante, passo fora da minha zona de conforto. E porque não continuar a ser eu, nesta nova etapa? Poderia continuar a ser “aquele”. Mas não. Encolhi. Medo. Da rejeição? Da reação das outras pessoas? Desta última, sem dúvida. Aquela idade em que se começa a ter a dita “noção”. E passei a gostar de estar nas “sidelines”. O discreto. Não era forte o suficiente para dar passos fora da minha “cena”.
Hoje, compreendo como sair da nossa zona de conforto é das coisas mais importantes da vida. Mas retomemos. Mal eu sabia como a minha vida ainda estaria para piorar.
Chumbado. Imagino como alguns colegas de infância se questionaram (ou regozijaram) perante tal coisa. Para além do desapontamento geral da minha família, a perda da continuidade natural do processo de passagem para a universidade fez-me perder grande parte do contacto com os meus amigos. E aí, pela primeira vez, tive um relance do que é estar sozinho. Eles lá, a viver tudo aquilo que é o afamado ano de “caloiro”, e eu cá, preso por uma disciplina da treta. Um ano horrível.
O meu pai. Um pai “à maneira antiga” talvez? Nunca fomos amigos. Trabalho, desenrascanço, responsabilidade. Aquilo que ele me ensinou. Do nada, cancro. 1 mês de tratamento. E pronto. Mas porquê? Uma pressão enorme. Enorme demais para eu aguentar na altura. Pressão de não saber como reagir, como sentir, como lidar. Não tenho apoio. Estou sozinho. As minhas irmãs têm a vida delas. Não as culpo, nem nunca as vou culpar. Tal como com o meu pai, nunca fomos próximos. A diferença de idades obviamente não ajuda, mas a de personalidades também. Não sei como apoiar a minha mãe. E, de repente, num ano, estou para trás nos estudos, longe dos amigos, sem pai e sem saber o que fazer. Seguir em frente. Passei à disciplina e entrei num curso que na altura pensei que me pudesse devolver o gozo da aprendizagem. Depressa percebi que não.
3 anos. 3 anos em que mal lá pus os pés, 3 anos a gastar rios de dinheiro à minha mãe. Para quê? Para me divertir, para gozar, para viver e tentar recuperar daquele ano sofrível. Que nojo. Arrependo-me de não ter estudado e completado o curso? Uma pergunta difícil de responder. Estaria num emprego certamente com melhores perspetivas de carreira. Mas como estaria como pessoa? Nunca vou saber. Podia estar pior. Quanto a isso, acredito que não me posso dar ao luxo de me arrepender. As variáveis são muitas para calcular se estaria melhor ou pior. O nojo, vem sim de me ter aproveitado da minha mãe para tal feito. Prometi a mim mesmo que não viveria nem mais um cêntimo da boa vontade da minha mãe.
E assim começou o meu novo trajeto. Trabalho. Total independência passou a ser o meu objetivo mais importante. Consegui-o, com certamente erros pelo caminho. No entanto, falta qualquer coisa. Muita coisa.
Socializar é uma coisa difícil para mim nos dias de hoje. Engraçado como as coisas mudam. Dou-me bem com toda a gente, e as pessoas gostam de mim (digo eu). Gosto principalmente dos mais velhos. É fácil dar-se bem com pessoas mais velhas. Sinto que não julgam tão facilmente. As conversas fluem mais naturalmente. Difícil dar-me com as pessoas da minha idade. Não me consigo identificar com muitas coisas. Talvez pelo facto de pensar em como elas não passaram por aquilo que eu já passei. Os poucos amigos que tenho são os mesmos, mas estão longe. É importante mantê-los, mas gostava de fazer novos. Mas não me consigo abrir, tornar-me vulnerável. Tenho muitos colegas, mas não consigo fazer amizades.
Redes sociais? Nunca percebi a lógica. É com certeza um dos motivos pelo qual não me identifico com as pessoas da minha idade. Mas porquê? Sempre vi redes sociais como forma de “autopromoção”. Uma ferramenta para aumentar o nosso próprio ego. Que outro motivo existirá para a dependência das pessoas nesta coisa? A necessidade de nos sentirmos aceites pela sociedade. Sermos “famosos”, de certa forma. O problema, está no facto de ser tudo uma farsa. Essa vontade leva a que as pessoas se apresentem online não como realmente são, mas como querem que os outros as vejam. “Likes”. Imagino como se sentem bem por terem essa aceitação, essa forma de bajulação. Mas esse ego, esse aumento de autoestima, é falso. Faz mal às pessoas. Essas coisas têm de se ganhar pelas nossas ações na vida real. Acredito mesmo nisto. Um cancro da sociedade atual. Querem falar uns com os outros? Existem telemóveis porra. Não me lixem.
Nunca tive uma namorada “a sério”. Tinha o quê, uns 13 anos? Se bem me lembro, chegámos a dar um beijo. Não o considero a sério pela idade que tinha. Deixei a vida passar-me à frente nesta questão, sem dúvida. Beijei outra na universidade. E nada mais. Hoje, percebo o porquê. Pela mesma razão de me ser difícil socializar. Esta armadura que criei à minha volta. Durante estes anos, nunca me apercebi. Do medo. De me tornar vulnerável perante o que me aconteceu. De partilhar sentimentos.
Não estava obviamente preparado para perder o meu pai naquela altura (nunca ninguém está), mas principalmente por causa da minha idade e das outras circunstâncias que me rodeavam. Não sabia. A realidade atingiu-me muito recentemente, anos após o ocorrido. Não tinha maturidade emocional para lidar com a situação. Olho para trás e agora, apenas agora, percebo o meu pai. Também ele tinha esta armadura, um medo de se tornar vulnerável. As razões, não as conheço. Certamente algo o afetou quando era mais novo, tal como me afetou a mim. E sinto uma frustração enorme. Frustração porque nunca conheci verdadeiramente o meu pai por causa disto. Nem consigo imaginar a frustração dele, naquela cama à espera de morrer, após ter passado uma vida desta forma. A última coisa que ele me disse foi para ter cuidado, quando fosse tratar de uma tarefa que usualmente era dele. O tom dele, no entanto, mostrou que aquelas palavras significavam muito mais. Ficaram coisas por dizer, com certeza. Mas a armadura impediu-o. Não só naquele momento, mas em inúmeros anteriores. Está tudo bem pai. Eu vou partir a minha. Não irei deixar o medo conduzir a minha vida. Não posso. Um dia, não vou deixar que os meus filhos não me vejam tal como eu sou. Não te culpo.
Culpa. Como posso culpar alguém? Acredito que temos de tomar responsabilidade por tudo aquilo que nos acontece. Claro, há imprevistos, há coisas que estão fora do nosso controlo. Mas no final de contas, temos escolhas e maneiras de enfrentar as coisas. Isso já é do nosso lado. A vida é só de quem a vive.
Escrevo isto tudo porque conheci alguém. Não só alguém, mas uma rapariga que eu achei que fosse especial para mim. Sinto que a conheço apesar de mal a conhecer. Os sinais de interesse da parte dela estavam lá. E eu, o que fiz? Nada. Absolutamente nada. Pensei demasiado. Se não estaria a imaginar coisas, em como seria possível que uma rapariga tão gira e gentil pudesse estar interessada em mim. E agora passou a oportunidade. Não sei se poderei sequer voltar a vê-la frequentemente. E tive esta súbita realização da minha vida. Este medo enorme de sair da minha zona de conforto fez com que eu perdesse a oportunidade. Quem sabe o que poderia ser? Até podia não dar em nada. Mas agora não sei, e isso é infinitamente pior do que qualquer que fosse o desfecho.
Será que posso culpar o meu passado por isto? O meu pai por ser assim? A minha mãe ou as minhas irmãs? Não. A culpa é minha. Mas esta conclusão não é assim tão negativa. Sinto-me acordado. O mundo ficou um pouco mais claro. E agora cabe-me a mim, abrir-me para ele.
OP, 27 anos.
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2020.06.21 20:43 Wooden_Statistician3 Tudo que falo só piora e só queria que voltasse a ser como era antes

Desabafo. Há alguns meses casei, depois de menos de um ano de namoro. Apressado? Com certeza. Mas as circunstâncias meio que pediam. Ela veio de uma família extremamente quebrada e tóxica. Vivia sozinha há alguns anos, dependendo de auxílios de faculdade, parentes que só sabiam reclamar de estar ajudando, etc. Ela tem depressão profunda, e não tinha nem como se tratar.
Quando a conheci ela estava namorando, mas um namoro só de fachada, pois na verdade ele era abusivo e não deixava ela terminar, sob ameças contra a própria vida por parte, e à vida dela por partes de parentes dele. Durante boa parte da sua vida, a chamaram de feia, estranha, etc. Na faculdade as coisas mudaram, e começaram a enxergar a sua beleza, ficou com vários, mas sua auto-estima baixou tanto ao longo da vida que ela aceitou namorar com essa cara, sem nunca de fato querer, e acabou presa nesse relacionamento por mais de 2 anos.
Eu só tive uma namorada, há mais de 10 anos, e um crush forte até alguns anos atrás, o qual acabou em inimizade total. Sempre percebi que não era interessante pra nenhuma garota, na aparência, e nunca tive qualquer desenrolar pra "chegar". Depois de namorar, tomei gosto, e tentava. Porém do meu jeito tímido e, claro, ineficiente. Anos disso me fizeram perceber que não havia porque eu ficar insistindo em "achar alguém", se fosse acontecer seria no dia-a-dia normal, ou quando eu realmente me melhorasse como pessoa. Foquei então na minha educação e no profissional.
Um dia ela, ainda em namoro abusivo, falou comigo pelo Whatsapp, tarde da noite. O meu racional dizia pra eu ir dormir, pois a pessoa responsável e profissional dorme cedo e acordar cedo (ou assim deveria, pelo que dizem). Mas algo me fez querer falar com ela, mesmo que ainda de forma um tanto fria, admito. Papo vai, papo vem. Como parecia ser só uma amizade, eu falei abertamente com ela, inclusive quando ela perguntou de relacionamentos/crushes passados.
Semanas depois, ela termina o namoro e diz que gosta de mim. Pela primeira vez em muitos anos volto a sentir aquilo que senti no primeiro namoro. E ficamos, e namoramos, e tudo foi muito intenso. E então casamos, para que ela pudesse ter acesso ao meu plano de saúde como dependente e tratar, principalmente, da depressão, pois várias noites a vi chorar pelo seu passado que ainda atormenta o seu presente: ela não consegue nem mais estudar e boa parte das tarefas domésticas ficam pra mim. Mas havia tudo pra melhorar, não havia? Infelizmente, tudo mudou um dia.
Ela acordou e disse que sonhou que eu falava que eu achava aquele meu crush forte (Fulana) de alguns anos antes mais bonita que ela. Depois de algumas horas, como se perguntasse algo banal, ela perguntou se achava mesmo. O problema: eu considero a Fulana bonita, mesmo nível, mas o sentimento que existe é pela minha esposa e, obviamente, ela me é "a mais bonita". Mas ela não aceitava esse tipo de resposta, ela queria que eu respondesse de forma crua. Eu, que sempre procuro ser honesto, correspondi. Como considero as duas de mesmo nível, foi difícil. Conseguia lembrar de momentos onde uma estava mais bonita que outra, mas não chegava a "vencer". Uma certeza eu tinha, e continuo tendo, minha esposa tem a maior capacidade, ou seja, consegue ser a mais bonita. Mas ainda assim minha resposta não foi suficiente: ela dizia que eu estava enrolando, com medo de dizer a verdade. Não entendi do que deveria ter medo afinal, pra mim, a resposta mais direta e crua não fazia a menor diferença nos meus sentimentos para com ela. E, se eu estivesse raciocinando direito eu teria percebido a armadilha bem ali na minha frente, mas eu caí nela quando ela novamente exigiu a resposta direta e crua: ou ela ou a Fulana. E eu falei a Fulana.
E, de repente, ela começou a me atacar. Dizendo que eu acho a Fulana "linda e maravilhosa" e ela feia (quando pra mim ambas tão no mesmo nível, e pra mim ela vai ser sempre a mais bonita, pois é ela que eu amo). Que meu sonho era que tivesse dado certo com a Fulana, mas que ela foi o que deu (quando ela, e somente ela, que conseguiu reacender meus sentimentos, mesmo quando tudo dizia que não valia a pena sonhar com isso (afinal ela tinha namorado, etc.). Eu tentava explicar meus sentimentos, mas nada adiantava. A frustração, a angústia tomou conta e então, a raiva. Raiva de como algo que estava morto no passado, voltou pra me assombrar. Raiva de que algo completamente irrelevante no meu presente, e portanto nosso presente, estava ali, destruindo nosso casamento. Pois ela começou a querer ir embora, anular casamento, se separar. E na tentativa de melhorar as coisas, eu sempre piorava. Acabei falando palavras (que pra mim não teria tanto significância se ela dissesse), mas infelizmente pra ela tinha: disse que ela estava sendo "idiota" por insistir tanto nas afirmações desses ataques e desconsiderar completamente o que eu sinto e falava. Só estava tendo "amenizar" a situação, segundo ela. E que no fundo, eu queria alguém """melhor""" que ela.
Isso foi uma tarde. Ela eventualmente parou quando percebeu o quão mal eu estava. E claro que eu estava. A pessoa que eu amo e por quem eu faço tudo, praticamente "inventou" um motivo pra me atacar. E daí que numa análise crua e racional, naquele ponto específico da história, a Fulana havia "vencido" no concurso de beleza entre as duas. Grande bosta. Minha esposa continuava sendo bonita, e pra mim e meu amor, a mais bela. Era ela que realmente havia gostado de mim, era ela que quis casar comigo, era ela que me acompanhava nos filmes de sábado à noite, era ela com eu me via vivendo pra sempre do lado. E de repente, parecia que nada mais disso iria se tornar realidade e por quê? Por algo que nem ao menos mudava o que eu sentia em relação a ela e nunca iria.
Durante o final da noite, eu tentei dormir, mas não conseguia. Tentei assistir vídeos de "como lidar com a pessoa amada em depressão". E ela começou a chorar do meu lado, muito. Larguei o vídeo, abracei-a. E ali as gentes se aceitou novamente. Ou assim parecia, porque poucos minutos depois, ela pergunta, inocentemente, se eu acho minha irmã mais bonita que ela. E o fato é, se eu dissesse que não seria uma bela duma mentira, e mesmo que eu achasse, ela diria que eu estava falando aquilo só pra agradar. E eu, O idiota, achando que estava tudo bem de novo, respondi que sim. E novamente ela começou a me atacar. E POR CAUSA DA MINHA IRMÃ!?
Atualmente eu me considero forte pra aguentar essas coisas, mas não dava mais. Ela quebrou minhas defesas com esses ataques. E tudo que ela me falava soava como "EU TE ODEIO". E eu aceitei esse ódio dela, pois, afinal, ela devia estar certa. Eu sou uma pessoa com 30 anos, aparência ok, mas que não tem amigos e só teve uma namorada antes dela. É óbvio que tinha algum problema, o problema de que eu era detestável. Eu sempre tentei demais ser prestativo e tudo mais, mas quando o assunto são sentimentos eu nunca consegui transmitir isso. Abraço minha mãe quatro vezes ao no: aniversário dela, o meu, dia das mães e natal. Sempre um abraço bem "desengonçado". Eu noto isso, mas sempre foi assim, e eu não sei mudar. Eu sei o que eu sinto, mas minha demonstração é e sempre vai ser insuficiente. E por isso todos ou acabam por me detestar ou se afastar de mim. Mas eu realmente pensei que com ela seria diferente.
Alguns dias se passaram e as coisas até foram melhorando. Até que cai tudo de novo. Ela conta pra uma pessoa, que mal conhece, que eu achava que ela na praia não ficava tão bem quando dentro de casa. Sim, eu havia falado algo do tipo, quando no começo da discussão ela pedia pra eu ser mais direto. Oras, ela tem umas manchas, gordurinhas a mais, etc. do que a fulana. Eu me sinto menos bonito do que um cara que não é assim, mas nem por isso me acho feio, ou ache vou sempre ser inferior. É só eu cuidar disso. E se não cuido, é porque tenho outras prioridades. Da mesma forma com ela. Não acho ela feia, nem menos bonita, só relatei o óbvio. E se ela não quiser cuidar, ou não conseguir cuidar, não é problema pra mim. Eu casei com ela pelo pacote completo. E assim como eu, ela também vai com o tempo perder pontos na aparência. E assim como eu, espero que ela ainda me ame, ainda me ache bonito, com eu continuarei amando ela e achando bonita. Mas não importa eu falar isso. Pois ela quer sempre dizer que tudo isso que eu falo é balela, enrolação, agrados, etc.
Pelo meu jeito detestável de demonstrar sentimento ela perdeu totalmente a confiança nos meu sentimentos, a ponto de nada o que eu falo valer mais. Ou talvez, no fundo, ela espera que eu seja pra sempre tão bonito quando ela acha atualmente, e quando eu não foi mais, ela vai me trocar por alguém que envelheça melhor. Mas se eu falo isso pra ela, ela bate o pé pra dizer que pra ela é completamente diferente, que o sentimento dela é real, mas que o meu? O meu é de mentira, porque assim ela decidiu. E ela ainda diz que eu mereço alguém ""melhor"". Mas o fato é, que ela se estiver certa, o que eu mereço é desaparecer. Pois o meu eu que ela odeia, é o único eu que existe. E se ela não é capaz de amar esse meu eu, e insiste em brigar, está mais que na hora de ela admitir o que está bem na frente dela: ela não me ama. Não mais. Só espero que não tenha sido nunca. Porque pior que ver tudo se destruindo e não poder fazer nada, pois nada do que eu falo impede, pelo contrário, piora, e ficar calado não é opção, então que pelo menos não tenha sido tudo uma mentira.
E hoje ela do nada veio falar que tá com medo de engordar, pois, segundo ela, eu falei que iria querer outra se assim acontecesse. Eu nunca falei isso, assim como nunca falei outras coisas com as quais ela vem me atacando. Mas o pouco que eu digo, se transforma num muito na cabeça dela. Eu não aguento mais. Eu peço pra ela parar, mas ela insiste em, nas palavras delas, "me colocar contra a parede pra botar as verdades pra fora". Mas do que adianta isso, quando ela já decidiu o que é verdade e o que é mentira? Nada, e por isso eu só queria que ela parasse. Que não pelo amor que ela supostamente sente por mim, mas pelo menos em consideração a tudo que eu fiz por ela.
Pois agora eu já não sinto nada. Um nada que não me permite nem ao menos dizer o que sinto por ela. Mas enquanto eu quero acreditar que ainda amo ela, ela insiste. Eu novamente pedi pra ela parar, e afirmei que não sei mais se gosto dela, mas que se ela realmente me ama, ela tinha que parar, e me deixar sentir novamente. Mas meu medo é que ela continue (ela está passeando com uma amiga nesse momento), pois se ela continuar o pior vai acontecer. O amor vai virar ódio. A vida vai virar morte. Figurativamente (apesar de temer, e muito, que aconteça literalmente para ela).
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2020.06.21 05:16 KitanaMortalKombat Nice amiga tóxica e possívelmente uma trouxa q falou meio kid ;-;

(Luba eu sou menina mas faz voz de menino pfv! É q a minha voz e mto grossa e por isso algumas pessoas acham q eu sou um menino ou se tu quiser pode falar no queridíssimo sotaque favorito.... Bah né?) Olá Lubinho,minhas amigas,gatas,papelões sobreviventes,leds q ngm mais lembra,tela verde,possível convidado,nice guys ou girls,editores,chroma keys e turma q está a ver,essa é uma história q infelizmente eu sou a protagonista! Para dar um pouco de contexto: Essa história aconteceu quando eu tinha 8 anos e estava do 3° ano(cuja ainda estava descobrindo minha sexualidade,e eu achava q era bi!(hj eu descobri q sou pan)) e eu dei um ponto final nisso ano passado quando aonda tinha 10 anos e eu era meio mto Kid ;-; ent por isso q deixei em julgamento e provavelmente vai dar em: Td mundo é o babaca aq! Mas né? Td bem ;-;. Bem.... Eu sempre fui gordinha e até hj sou! E por isso eu sempre sofri bullyng na minha escola ngm queria ser meu amigo e tals.... E fui trouxa de achar q a menina q fazia bullyng cmg ia ser minha amiga se eu deixasse ela brincar com meus brinquedos (q enclusive era os mais famosos e os mais ricos da galera,pq entes eu tinha mto dinheiro e uma mulher tava roubando dinheiro da minha família inteirinha mas hj a gente venceu no processo! E tamo pobre por causa daquela mulher .. e tenho ctz q se eu contar essa história vc vai xingar a mulher até a rainha Elizabeth morrer)e por causa dela me fazer bullyng td dia cmg e n ter nenhum amigo q bringasse cmg (Guarde essa informação:só uma garota q ainda é minha amiga e continuamos amigas até hj u)eu óbviamente tive depressão e meus pais são aqueles tipo de pais q acha q depressão é falta de fé em deus e q só precisa rezar e vai tá td certo! (E no 3° ano descobriram q eu tinha ansiedade ent... É uma merda a minha vida ..)dps q eu saí daquela escola(q por sinal eu era a preferida de tdas as profs,até a tia q fazia comida pra gente gostava mais de mim,a cordenadora e a diretora da escola tbm me preferia e elas fizeram de td pra mim n sofrer mais bullyng pq essa escola era grande amiga da minha mãe e eu faria de td para agradecer essas pessoas maravilhosas :D (to até chorando escrevendo isso aq rs)) eu fui pra msma escola do meu irmão e aí a trouxa pensou: - Nss... Finalmente vou ter amigos e n vou sofrer bullyng! É.... Eu tava errada ;-; no primeiro dia uns meninos me trancaram na sala e riam de mim enquanto eu chorava e gritava tentando abrir a porta desesperadamente! (Obs: um dos meninos n tinha pai mas n era por isso q ele fazia bullyng cmg pq msmo quando a mãe dele se casou dnv ele continou a praticar bullyng cmg e eu n sei se foi antes ou dps da mãe dele se casar dnv q ele espancou uma amiguinha minha q a gente zuava e ela zuava junto pq ela era uma parente do um dos caras q ajudou o Pedro Alvares Cabral a descobrir o Brasil (eu n sei se ela era parente de um amigo dele OU ela era parente dele mas me lembro q ela era parente de alguém importante q eu estudei em história no 4° ano)) enfim.... Eu fiquei assim até o 2° ano q era pior ainda pq eu n conversava com ngm por ser tímida d+ e eu nem conversava mto com minhas amigas,pq eu tava no meu vício de FNAF (Five Night At Freddy's) e nenhuma das minhas amigas gostava desse jogo ou de qualquer jogo de terror (E eu ainda so mto viciada nesse game sóq eu to mais viciada em mk(Mortal Kombat) doq FNAF) ent eu só tinha amizade com os funcionários e com os professores! E esse ritimo só foi parar no 3° ano quando conheci uma menina q logo em seguida virei amiga dela no primeiro dia (Uma informação para guardar: E tbm tinha um menino novo q virei tbm melhor amiga.) e ela tbm gostava das msmas coisas q eu gostava... Resumindo: FNAF. Sóq os pais dela descobriram oq é FNAF e acabaram proibindo ela de ver FNAF oq foi PÉSSIMO para minha saúde mental já q pq essa menina acabava fazendo de td para q eu n falasse sobre FNAF de modo algum! E q no final n deu certo e ela acabou falando cmg sobre esse jogo dnv, bem... Até aí aceitável.... Sóq.... Acabou q nós duas criamos nossos canais no YouTube e eu era inscrita no dela e ela n era inscrita no meu pq a lógica dela era assim: -Vc tem mais inscritos doq eu e eu só vou me inscrever do seu canal quando eu for mais famosa doq vc! E eu n ligava pra isso pq eu era mto leal (e ainda sou) e por mais q a lógica dela de achar q ela era mais importante doq eu me machucava eu n ligava e continuei amiga dela, isso continuou até a gente começar a fazer vídeo de um jogo para fazer histórinha (o nome do jogo é:Gacha. Sóq tem vários Gachas ent eu só falo gacha msm) e lógico q isso para mim foi mto legal! Até pq eu gosto de fazer essas histórias, mas ela parecia q fazia só pq eu fazia (e ainda fasso e sofro bullyng pelo meu irmão pq a comunidade gacha tem mto +18 e a gente tá tentando acabar com isso,virou até matéria de jornal) e bem... Foi aí q a merda começou a feder! Se lembra do garoto? Ent..... Ele era um puta de um amigo meu e ele q se increveu no meu canal para me ajudar (Canal básico de 12 inscritos q eu tanto amo :,3) e ele sábia q eu sofria de depressão e sempre me apoiou, acontece q ele n se dava bem com a garota e ele sempre ficava se olho nela para ver se ela n fazia nenhuma gracinha cmg, acontece q ele disse q a bonita fazia desenhos dos meus bixinhos (Q ela fez de brigar cmg para q um dos bixinhos desse menino se casasse com a bixinha dela e dps a gente foi pra cordenadora e ela disse q era culpa minha e do menino,e aí q ela percebeu q tinha o poder de fazer as cordenadoras acreditarem nela e ela sempre fazia questão de brigar cmg e dps se fazia de vítima!) e os bixinhos eu cuidava (e ainda cuido) como se fossem pessoas de vdd ela fazia desenhos deles sendo torturados e dps colocava mensagens horríveis e o garoto sempre conseguia pegar e falar para eu mostrar pra minha mãe(e eu nunca aceitava de falar para meus pais) e aí quase começou um rumor falando q eu namorava com ela (AGR Q EU QUASE ME FUDI LEGAL :D) e bem dps de uns dias eu descobri um app de desenhos q acabei descobrindo q tinha uma comunidade nele! Era incrível! Eu fiz mtas amigas nele e... Óbvio q essa menina acabou descobrindo e me ameaçando de terminar a amizade se eu n contasse para ela qual era o app.... E eu contei pra ela e eu n mostrei pra ela minhas amigas virtuais e minha família virtual, em um belo dia a trouxinha aq acabou falando q tinha depressão e q minha vida tava uma merda (pq naquela época minha vó por parte de mãe foi diagnosticada de câncer e minha outra avó tbm por parte de mãe (minha mãe teve 2 mães a vida dela inteira, uma q cuidava dela e outra q era a biológica)tava piorando o Alzheimer dela) e eu pensei q ela fosse me apoia,mas parece q ela viu como oportunidade de controlar minha mente (pq eu tenho uma baixa auto-estima tbm e naquela época eu ainda sofria bullyng ent me controlar n era algo tão difícil) e bem ela continuava com a lógica dela de: -Vc n pode ser mais famosa doq eu! E ela sempre fazia eu colocar como a palavrinha do meu perfil (q quando existia a comunidade do Rascunho (o nome do app) vc podia colocar uma palavrinha do perfil e dps vc escrevia uma mini-bio e falava seu gênero) de: -Eu sou a melhor amiga da Funtime tangle 💗. (Funtime tangle era o nome do perfil dela) mas óbivio q eu nunca ia ser trouxa nesse nivel.... Fiquei com essa palavrinha apenas por uma semana e dps mudei para: - Meu perfil!. (Ou algo assim ;-;) e ela sempre tava lá para falar pra eu colocar oq ela quer e eu.... Tratava da zueira e teve uma vez q eu coloquei: -Eu gosto de chocolate! (E eu gosto mto msm ;-; como de tds os sabores até os 50% cacau) e adivinha! A MININA FICO PITA :D (sóq para n mostrar sua raiva apenas falou para eu colocar aquela frase horrorosa) e dps de alguns dias eu e ela viramos amiga de uma garota (inclusive bjs Pistolitaduud :D)(nome do perfil dela no Reddit ;-;)e ela me dizia sempre essa garota falava pra ela deixar só eu e ela brincar, bem voltando para o app Rascunho (Inclusive guarda a pistolitaduud na cabeça pq vo falar mto dela dps) eu fazia uns desenho q era melhor doq os dela (q agr reparando melhor era MTO melhor ;-;) ela passou dos limites... Sim Lubixco... Se vc pensou q ela começou a roubar meus desenhos vc... ER- ACERTOU! Ela começou a me plagiar e nunca colocava os créditos e ainda tinha a ridícula desculpa: - Aiinn!! Mas os seus desenhos já estão prontos!!! E bem... Eu acho q nunca fui tão trouxa de deixar isso passar já q ela tava pegando meus desenhos (q eu me lembro q ficava HORAS desenhando) e tava ganhando em cima do meu trabalho.... Q eu n deixava ela pegar meus desenhos mas... Msmo assim ela pegava... Lubixco pss te falar qual foi a pior coisa q eu fiz? Pois mto bem.... Eu contei para uma das minha irmãs virtuais q ela tava me copiando e tava ficando mais famosa q eu por cima dos MEUS desenhos e n tava dando os créditos para mim e ainda tinha gente elogiando ela... Lubixco... LUBIXCO! Eu fudi com a minha vida :D ela foi me defender e dps essa garota falava q era minha irmã virtual e eu falava q ela n era pq eu n queria.... Lubixco.... Vc entendeu oq aconteceu né? Se vc acha q essa minha irmã virtual disse q era minha irmã e essa garota disse q era minha irmã.... Vc acertou :D E DPS ELAS FICARAM AMIGAS! Aí eu aceitei na boa.... Pior decisão na minha vida.... E n importava se eu tinha sim ou n um novo membro na minha família virtual ela falava q era tbm minha irmã e td mundo ficava amiga dela.... E foi um dia q ela PASSOU dos limites LITERALMENTE (e eu ainda n terminei a amizade naquela hora) a trouxa aq teve uma conversa com a família virtual,tevem tbm uma mini-aventura e dps a gente nomeou de: "O chat loko". E como a gente gostava de desenhar a gente nas conversas eu desenhei td mundo q participou do chat junto com a minha oc (Oc= Original Character. Q por acaso ela tbm copiou) ela BRIGOU cmg pq ela n participou da conversa e dps abaixou o desenho (q eu deixei livre para as pessoas q participaram abaixarem) e usou o msmo nome "O chat loko" me marcou com a legenda: -Pena q a @Old Zclarafrx (Meu @ na época) n participou! E ainda sab oq ela fez? ELA PEGOU O DESENHO Q EU FIZ N COLOCOU OS CRÉDITOS DNV E NO LUGAR DA MINHA OC ELA COLOCOU A DELA!!! LUBIXCOOO!! EU FICO PITA SÓ POR PENSAR Q EU ERA AMIGA DE UM MONSTRO COMO ESSE! (e tenho dó da gata dela ter tido uma dona tão fdp enclusive... Descanse em paz filó... A única gata q n quis me matar ;-; e f pela Mina (a nova gatinha dela)) eu n briguei com ela... Eu acho ;-; mas eu penso nas coisas q ela fazia pra mim e eu me lembro as coisas q eu fazia por ela.... Eu fiz questão de brigar com um mlk q começou a falar q ela ainda tava na primeira página q a prof mandou e td mundo tava indo lá pra ver e eu oq fiz?: -Eii!! Deixa ela em paz! -Aaa!! Agr só pq vcs são melhores amigas vc vai defender ela? E eu juro q eu n era uma pessoa de brigar... Mas ele me pegou no dia das paranóia q eu tenho q tipo eu penso numa merda pra eu fazer e querer saber as consequências... Eu sou um ser diferente nesses dias... E adivinha? Eu falei: -QUER ENCARAR? -Sim! E...Round 1... FIGHT! TÃNANA nana na nanana na na na na tiu pras PANANANA PANANANA (Música do Mortal kombat ;-;) e tava lá o mlk chegou e me deu uns chutes e quando eu fui atacar... BLAM! Derrepente a sala inteira tava me segurando na parede para q eu n dasse um próximo golpe.... Class wins! Flawless victory... FATALITY! E eu tenho medo de saber oq teria acontecido se eles n tivessem me colocado na parede no ponto de fazer eu sair do chão....E EU N ERA TÃO FRACA ASSIM! Enfim eu recebi nem um: -Poxa cara... Valeu! Ou: -Obg amiga! Sim eu to julgando por ela nem ter me dado um simples "obg" e se eu fosse ir de volta para a cordenação eu ia ser suspença e eu contei isso pra minha mãe e ela me entendeu... E dps tds sabendo dessa notícia parece q começaram a falar mais mal ainda dela e eu n podia erguer a voz pq se n.... Suspenção :D e a minha mãe sempre falava: - Pq vc n falou nada? Nessas horas seria legal alguém ajudar ela! SIM ELA FALAVA ISSO!! Acho q nunca me senti tão traida assim... Os dias foram se passando e nossa amizade piorando... Ela chegou a pegar meu celular e apagar umas fotos n importantes mas umas fotos importantes de um primo meu q eu quase nunca via! E dps mexeu nos meus apps e colocou aquela frase: - Sou a melhor amiga da Funtime tangle!💗 E se lembra dequela garota do começo q eu disse ela é uma puta amiga minha? Ent.... Ela acabou sendo amiga dela junto cmg! (Informação para guardar: originalmente era para a gente ser um trio!) e essa menina disse q essa minha amiga (Cuja vms chamar ela de carol) disse q a carol e ela mexeram no meu celular! Óbvio q eu n acreditei pq eu sei q a carol nunca faria isso cmg! E como essa garota foi meio dedo duro as vezes cmg (Pq eu via uns vídeos 18+ pq os caras enchiam de palavrão o vídeo ;-;) e ela já contou para minha mãe e bem.... Agr a parte q eu disse sobre ser Kid... Inclusive eu me envergonho disso... Eu mandei UM VÍDEO e UM ÁUDIO chorando para A MÃE dela e falei oq ela fez com meu cell (e quer saber? Eu n vou mentir! Por causa dessa menina eu fui mto kid mas era uma kid q militava errado! E fazia tbm ameaças para ela caso ela n me respondesse! E me envergonho disso até hj TT)e ela acabou ficando de castigo aí eu DESCUBRI q essa menina n podia mais ter Rascunho! Ent eu tava feliz! Finalmente ngm ía ganhar fama em cima do meu trabalho! Mas ela n ligava e continou com o Rascunho! E eu sempre ficava pensando: -Será q vale a pena? Será q ela REALMENTE gosta de mim? Será q ela quer msmo ser minha amiga? Será q se eu morresse ela iria chorar por mim? E eu sempre me perguntava isso td dia até q eu pensei: -Ela nunca se importaria cmg msm. E eu fiquei com esse pensamento tentando fazer ela gostar de mim... Mas aí se passaram uns dias e os meus amigos virtuais e minha família virtual parou de falar cmg... E eu começei a falar mto mais com a Pistolitaduud,acontece q eu percebi como ela era quando eu fui pra casa dela e ela n falou nem um: -Obg. Para a empregada dela (q foi ela q cuidou sempre dela e do irmão) aí eu tentei manter distância e mudei de turno da tarde para o da manhã (n por esse motivo mas sim pq meu irmão entrou no 1° colegial) Lubixco.... FOI O ÚNICO ANO Q EU N SOFRI BULLYNG :D (Na vdd foi o único ano q n aconteceu merda na minha vida pq recentemente meu tio veio a falecer dps de um cirurgia de câncer no fígado... EU TAVA FELIZ PQ MINHA MÃE,MEUS TIOS E MEUS AVÓS GANHAMOS NO PROSSESSO E AINDA TEMOS NOSSAS CASAS E AÍ MEU TIO MORREU! 2020 tá ó 👌) 2019 foi um ano de ouro pra mim pq um pedófilo q eu tanto odeio foi preso (inclusive ele plagiava e treto com o Goulart) e foi quando minha fixa caiu! Eu fui postar um desenho das minhas ocs e coloquei no título: -Bffs! Aí vem A DISGRAÇINHA da mina (Eu queria ter prints dessa conversa sóq o app tirou a abba comunidade e eu n podia ver vc Lubixco :( mas eu acho q consigo ressussitar algo! E eu mandei uma mensagem para a Pistolitaduud e vou esperar ela me responder aí eu vou atualizar o post mas até agr n tenho print da conversa....)para falar assim: -Me coloca aí! E elas nem existem! Fiquei de saco cheio e falei: -Eu n vou mais fazer parceiria com vc no rascunho e nem no YouTube! E ela me manda uma coisa dessas....: -Nss.... É por isso q vc n tem amigos! Luba.... LUBINHA DO RAIDEN! ELA FALAVA Q ERA MINHA AMIGA E DPS DISSE Q EU N TENHO AMIGOS! ME EXPLICA ISSO!!!! Fico puta até hj com ela... Foi aí q eu falei: -Na vdd eu tenho sim! Pq o meu nome n é (Nome da mina ;-;)! Cortei a amizade com ela! Falei pra mãe dela q a menina tinha um Rascunho sem a autorização da mãe e oq ela fez cmg! E a Pistolitaduud tbm e cortou a amizade com ela se lembra do nosso "trio"? A guchi (Bitch em japonês) tentou separar eu da carol! DÁ PRA ACREDITAR?! Dps disso fiz uma outra amiga... Q acabou sendo melhor doq essa menina e meio q ela me curou da minha "doença" (Kid militante) e essa garota (Vms chama-la de anja pq ela foi um anjo q me tirou da bosta) disse q ela era aqueles Heteros tops homofobicos e eu fiz ela ter uma visão diferente do mundo e fiz ela descobrir q tbm era pan e bem...... Minha vida melhorou dps de td q aconteceu! A Anja e eu começamos a namorar recentemente TwT (E é essa parte da história q o Luba fala q é fake huehuehue) e eu e ela gostamos das msmas coisas das msmas cores e uma curiosidade engraçada q eu faço aniversário dia: 24 de Julho. E a Anja faz dia: 25 de Agosto. 1 dia dps do meu aniversário e 1 mês dps do meu aniversário kkkkk e bem... Dps de uns dias no ano passado eu dei um "Oi" sorrindo pra ela pq eu coloquei a gente em uma situação engraçada aí ela me mando uma mensagem dessas: -Acho q EU consigo TE PERDOAR. LÓGICO! Pq ELA PIOROU MINHA DEPRESSÃO,ME DESRRESPEITOU EM TDAS AS MINHAS HISTÓRIAS,ME PLAGIOU,FEZ COISAS IDIOTAS CMG E EU ME FUDI E ELA NEM ME DEU UM "Obg" CLAROOO EU VO MTO PERDOAR ELA!!! E por causa DELA eu to fudida na auto-estima! Óbvio q eu iria perdoar ela né? Dessa vez eu falei pra ela tomar no ku e tomar uma vergonha nessas duas caras dela! (Mentira n mandei uma mensagem assim n ;-;)(mas queria) e bem.... Agr eu tenho amigos de vdd uma namorada, uma ótima relação com minha sala estou menos insegura de si e oq ela falava sobre: -Vc n pode ser mais famosa doq eu! Agr eu DUVIDO ela me plagiar e ser mais famosa doq eu... Pq agr aq estou eu com meus 11 mil inscritos (Inclusive obg tds q acreditaram q eu conseguia QwQ) e com tds eles me alertam quando alguém tenta me plagiar! E bemmmm.... Essa história teve pelo menos um final feliz né? Uma bela história de superação de amizades falsas! E agr eu estou fazendo meu próprio remédio contra depressão! Assistir tds os meus Youtubers favoritos (cof cof Luba cof) e amigos! Enclusive essa história um bom conteúdo para o Luba enclusive Lubinha.... Obg por me fazer rir com suas piadas idiotas mas msmo assim engraçadas! E bem... Tá na hora da pergunta.... Eu fui a Babaca? (Inclusive manda um oi pra Prima da Anja e pra Pistolitaduud ela s tbm te assistem!)(Atualização:a Pistolitaduud me mandou os prints da conversa pq ela tinha guardado, já vo logo avisando q são apenas 2 kids e eu n me lembrava dessa conversa '-')a conversa kid
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2020.06.14 05:19 Salamandra01_ O meu primeiro amor...

Olá, Lubinha, editores maravilhosos e caros telespectadores dessas terras tupiniquins. Queria começar agradecendo por você dar tanto espaço aos seus inscritos e foi por isso que tive coragem de compartilhar uma história muito importante da minha vida com vocês.
Completei o ensino fundamental todo em uma escola particular, pois graças a minha mãe e uma pitadinha de sorte consegui uma bolsa integral lá. E eu agradeço muito por ter estudado lá e conseguido ter uma boa educação, porém nem tudo são flores. Haviam algumas restrições lá e uma delas era justamente o controle sobre relacionamentos. Acontece que a escola não tinha ensino médio e eu tive que vir para uma escola pública aqui do meu bairro.
Quando cheguei lá, estava sem amigos (já que o pessoal da particular nunca fez muita questão de estar comigo, e ainda por morarmos longe), fiquei completamente perdido, afinal o ambiente era totalmente diferente. E foi aí que a minha vida começou a mudar: comecei a perceber que ao responder as perguntas dos professores eu era intitulado de nerd, por causa das minhas roupas mais casuais e por ter estudado numa escola particular eu era o riquinho da turma, e o pior de tudo: eu provavelmente era a única pessoa daquela escola que ainda não tinha beijado. Por sorte, acabei conhecendo bons amigos, inclusive o meu melhor amigo.
Passou o primeiro ano e essas questões estavam me preocupando cada vez mais, até que algo incrível aconteceu: a menina mais linda que eu já tinha visto entrou na minha sala e sentou em uma das mesas. Foi a partir dalí que eu não conseguia mais prestar atenção nas aulas, pois só tinha olhos pra ela. Eu não teria coragem de chegar nela, até mesmo porque a pouco tempo atras eu nem me importava com isso e então não tinha experiência nenhuma. Até que um dia teve uma palestra e ela por coincidência ganhou um livro de poemas. Eu nunca fui o tipo de cara que gosta de ler, mas aquela era a oportunidade perfeita para eu tentar me aproximar. Quando estávamos voltando pra casa eu a chamei, os amigos dela estavam com ela e eu estava morrendo de vergonha, mas tomei coragem e pedi para que ela me emprestasse o livro depois de ler. Foi assim que começamos a nos falar.
Até que um dia aconteceu a festa junina na nossa escola, e eu estava andando pra lá e pra cá com meu amigo, quando do nada eu e ele recebemos um bilhetinho dizendo que tinha alguém interessado em nós. Eu fiquei desesperado tentando encontrar quem mandou aquele bilhete, mas no meu coração eu tinha certeza que foi ela. Então um dia enquanto conversávamos eu tomei coragem e disse: eu gosto muito de alguém, mas eu tenho medo de falar porque pode ser que esse alguém que eu goste na verdade gosta do meu amigo (porque ela poderia ter mandado o bilhete pro meu melhor amigo ao invés de mim). E eu fiquei chocado quando ela respondeu: eu gosto de alguém, mas eu não sei o que fazer porque a minha melhor amiga também gosta dele. Bom... não preciso nem dizer que eu estava num mix de felicidade e preocupação. Conversamos bastante e decidimos que, apesar de inevitávelmente machucar alguém, eu gostava dela e ela gostava de mim, e não seria certo nós nos restringirmos por causa da amiga dela.
Meu primeiro encontro estava marcado, decidimos ir ao cinema. Eu cheguei quase 2 horas antes porque estava muito ansioso. Me levantava do banco e sentava a cada 5 minutos, as pessoas a minha volta deviam achar que eu era louco. Tinham dos caminhos pelos quais ela poderia chegar, eu ficava olhando pros dois lados sem parar, morrendo de ansiedade. Até que eu vejo ela vindo, não consegui me segurar, ela estava tão linda que eu abri um sorriso de uma orelha a outra. Nos cumprimentamos, demos uma volta antes de entrar e finalmente fomos assistir o filme. Quando estava na metade do filme eu sabia o que tinha que fazer, mas minhas pernas tremiam muito e eu não conseguia me mexer, até que eu decidi olhar para o lado e esperar ela me olhar de volta. Acontece que, ela era tão quanto ou mais envergonhada que eu então ela não olhou. Então eu cheguei perto dela e disse que queria beijá-la (kkkkkk nós ficamos rindo por um tempo), até que enfim nos beijamos... não vou mentir, tivemos que tentar umas seis vezes até rolar um semi-beijo (porque ela também não tinha beijado muitas pessoas). Depois daquilo eu abracei ela e continuamos olhando o filme. Por sorte, quando estava quase acabando eu lembrei de pedir pra ela olhar o meu rosto (eu estava cheio de batom kkkk). Saímos junto e voltamos pra casa, não queria estragar o resto do encontro então nem arrisquei tentar mais um beijo.
Bom... foi depois disso que tudo começou a desandar. Um dia enquanto conversávamos ela disse que precisava de um tempo para pensar, e quando ela voltou disse que era melhor nós pararmos. Meu chão desabou, começaram os piores dias da minha vida. Eu continuei ao lado dela como amigo, mas eu só estava me enganando... me machucava ficar ao lado dela só como amigo mas eu também não queria deixar de ser amigo dela. Começou um período de total confusão, ela tinha namorado por pouco tempo com uma menina ha um tempo atrás e parecia que nós estávamos competindo por ela. Isso continuou até o verão quando eu fui pra praia no ano novo, estavam todos comemorando e eu não conseguia parar de chorar pensando nela. Foi quando eu vi uma daquelas brincadeiras por status do Whatsapp onde precisa marcar entre uma semana atrás, um mês atrás, etc. E essa outra menina tinha marcado uma semana atrás para beijo... foi quando caiu a ficha. Não tinha sido eu o escolhido. Eu entrei no pior momento da minha vida, se eu já estava triste depois daquilo eu fiquei destruído. Depois que voltei das férias pedi para ela pra gente assistir um filme que já queríamos assistir há um bom tempo. Me diverti durante a tarde, tentei esquecer tudo o que tinha acontecido. Na hora de ir embora, ela me acompanhou até metade do caminho, eu dei o abraço mais forte que pude dar e me despedi. Fiz isso porque eu tinha tomado uma decisão: eu não queria mais sofrer... aquela era a última vez q a gente se falava.
Chegou o terceiro ano, minha rotina era ir pra escola, voltar pra casa e enterrar minha cabeça no computador fingindo que o mundo não existia. Meu melhor amigo tinha começado a namorar e eu já estava cansado de tudo aquilo. Eu sempre fui meio a moda antiga, e isso era um pensamento que me atrapalhava, porque eu já tinha deixado de ficar com as pessoas porque eu dizia que aquilo era ruim, que era errado ficar com alguém sem ter sentimentos (mas também grande parte era por medo da minha falta de experiência). Então por olhar pro lado e ver todo mundo feliz enquanto eu vivia triste, decidi que iria mudar... que eu nunca mais ia pensar em namorar na vida e que só ia viver de aventuras. Não durou muito tempo, afinal é impossível tentar ser quem você não é, continuava só com um beijo na ficha criminal.
Foi então que minha vida virou de ponta cabeça de novo... eu recebi uma mensagem dela. Foi a mensagem que mais abalou o meu coração, ela estava muito triste comigo por eu ter deixado de falar com ela porque ela realmente gostava muito de mim e eu me afastar dela foi suficiente pra ela perceber isso. Bom... eu fui um cuzão, mas posso me justificar por ter sofrido bastante, eu estava com medo de sofrer de novo, então eu disse pra ela que tinha mudado e que se ela quisesse eu só ia ficar com ela. Mas o sentimento foi mais forte, eu também sabia que gostava muito dela. Até que teve o aniversário do meu amigo, e eu pedi pra ela vir na minha casa antes para nós conversarmos antes de ir. Foi uma conversa bastante estranha, mas no fim decidimos dar uma chance pra nós, no fim eu fiquei tão empolgado que tentei dar um beijo nela, mas ela desviou e me pediu desculpa (o que era completamente compreensível devido a toda situação).
Foi então que começamos a ficar. Apesar disso, nós ainda não tínhamos tanta intimidade e não tinha rolado um beijo de verdade ainda. Eu ia pra casa dela mas nós ficávamos conversando, conversando mas ninguém tinha coragem de avançar. Até que um dia nós decidimos ficar nas escadas do prédio... e foi a mesma coisa, conversamos até a hora de eu precisar voltar pra casa. Eu estava completamente frustado comigo mesmo por mais uma vez não ter conseguido tomar iniciativa. Eu me levantei e nos abraçamos pra nos despedir, quando a luz da escada resolve apagar... nós ficamos um tempo abraçados e aí finalmente rolou. Foi um momento mágico, como se fosse o nosso novo primeiro beijo.
Depois disso começou a melhor parte da minha vida. Eu tinha uma namorada linda e era muito feliz ao lado dela. Então chegou aquele momento da relação onde precisávamos dar o próximo passo, acontece que nós dois tínhamos irmãos e era raríssimo ter um pouco de privacidade. Foi então que eu tive coragem de pedir para o meu pai me ajudar, então um dia marcamos dela pousar aqui. Naquela noite meu pai levou minha família pra sair e eu fiquei sozinho com ela. Estávamos assistindo um filme comendo pipoca, a ideia era esperar o filme acabar mas não tínhamos tanto tempo assim pra esperar. Aquele parecia o filme mais longo do mundo, até que eu olhei pra ela e disse: tu ainda quer ver o filme? (Eu sei kkkkk eu tenho um dom de constranger as pessoas), novamente nos rimos por um tempo até que ela disse que não queria mais assistir. Eu fui até a tv, abri no youtube e disse pra ela: você tem duas opções de playlist, a atual ou a clássica (kkkk bom... isso eu posso explicar, eu sempre comentava com meu amigo que algum dia eu iria fazer amor ouvindo aquelas músicas românticas clichês, porque eu realmente gostava delas). Pra minha surpresa, ela escolheu a clássica. Aquele era o momento mais feliz da minha vida, eu não estava acreditando no que os meus olhos viam, ela usava uma linda lingerie preta e a luz da tv na pele morena dela dava um contraste lindo a beça. Aquela foi a nossa primeira vez, um momento muito especial pra nós dois, a minha primeira vez e a primeira vez dela.
Acho que muitas vezes as pessoas esquecem que sentimentos mudam tudo. Nosso primeiro beijo, nossa primeira vez... obviamente não foram as melhores coisas do mundo, mas para mim e para ela foi, porque não se tratava de beijo ou de sexo, se tratava de amor.
Nós namoramos por bastante tempo, até que os problemas começaram a surgir e as diferenças começaram a nos atrapalhar. Ela era uma pessoa que gostava bastante de sair e eu era uma pessoa mais caseira, que gostava de cinemas, restaurantes, piqueniques. Além disso, eu sou uma pessoa extremamente carinhosa, já ela tinha uma maneira mais sutil de demonstrar carinho. Isso ao longo do tempo começou a ficar cada vez mais evidente, até que começou a machucar. No início nos fingimos que não estávamos vendo, porque amavamos muito um ao outro e não queriamos nem pensar na possibilidade de terminar. Mas infelizmente se tornou inevitável, nós tivemos algumas conversas mas para nós darmos certo era necessário que ambos mudassem, e nós não achavamos certo ter que mudar, afinal um relacionamento só da certo se ambos aceitam e conseguem suportar as diferenças. Foi então que a gente viu que não dava mais certo e resolvemos terminar. No fim, o sentimento não foi de raiva, não foi de tristeza. Decidimos continuar amigos porque a amizade um do outro importa muito pra nós, eu quero que ela seja feliz e sei que ela deseja o mesmo pra mim.
Com essa história gostaria de dizer que ter maturidade significa olhar pra trás e não ter vergonha do passado. Graças a ela eu me tornei uma pessoa melhor e aprendi muitas coisas. Aprendi com meus erros e vou me certificar de não errar da próxima vez. Nunca vou me esquecer dos nossos momentos juntos eu vou guardá-la pra sempre no meu coração.
OBS: sobre os bilhetinhos de festa junina, quando namoramos ela me contou que na verdade o bilhete que eu tinha recebido era da amiga dela e ela resolveu mandar pro meu amigo pela zueira kkk / outra coisa, ela foi muito importante pra eu mudar meu pensamento retrógrado, hoje eu sei que não tem nada de errado em ficar, e que na verdade é até bom pra conhecer a pessoa bem antes de tentar algo.
É isso, te amo Luba! Abraços!
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2020.05.23 17:40 Vitor_Lenon Sou babaca por me apaixonar pela namorada do meu melhor amigo e fazer eles terminarem ?

Ola Luba, editores, bonecos de papelão e seus restos mortais, possivel convidado (ninguém quer visitar o Luba além do Jean ) e turma que está a ver.
Minha historia meses depos de terminar um namoro com minha primeira namorada que durou 3 anos, depos 5 ou 6 meses eu continuava mal e perdido, não sabia oque fazer, até que meu melhor amigo (irei chama-lo de Cristofe) não gostando de me ver nessa situação diz que vai me apresentar a irmã da namorada dele, ela tinha acabado de sair de um relacionamento abusivo e achava que nós dois poderiamos dá certo, e que assim ele não precisaria ir na casa de sua namorada sozinho ja que lá era um lugar bastante perigoso e diz minha " namorada se chama Ja... e a irmã se chama Je..." (infelizmente tenho déficit de atenção e ambos os nomes na minha cabeça eram bastante parecidos), e também me disse que ambas faziam um curso na mesma sala que eu, depôs dele insistir bastante eu aceito.
Nota: Cristofe é meu amigo há 6 anos e namorava ela a alguns meses, eles moravam em cidades diferentes então pouco se viam, mesmo dizendo que a amava vivia fazendo piadas de mal gosto sofre algumas "frescuras de sua namorada" e fala coisas tipo de que era doido para ficar com a ex de um amigo nosso e dizendo que ele mesmo tendo amado ela, não deveria se importar por ser ex, e uma hora ou outra ela ia arranjar alguém, que pelo menos fosse um amigo.
No outro dia chegando no curso, sou recebido por uma garota que se apresenta como Je, ela era uma menina que falava muito, gostava de festas e sair para... e diz que ja tinha ouvido falar de mim pelo Cristofé e que ja estava esperando, em seguida ela me apresenta sua irmã, a Ja, Ja era quase oposto de Je, era tímida, não era de muitas palavras e prestava atenção em todas as aulas, como não lembrava quem era quem, deduzi que Je seria a namorada do meu amigo e Ja seria a garota que eu deveria conhecer, para completar, Je me disse que Ja tinha saído de um relacionamento complicado e o ex dela foi babaca.
Então após fazer amizade com Je, fui sentar ao lado de Ja, me apresentei e disse que queria ser seu amigo, ela então me olha com um olhar triste, pega os fones e me ignora, eu preocupado ao ver ela triste resolvo soltar piadas no ar, falando coisas engraças a pessoas perto dela para que ela ouvisse, mas simplesmente sou ignorado, até que ela retira os fones, me olha e diz "você não vai copiar?" Nesse momento havia desisto e resolvi ser sincero e disse "desculpa, comecei a fazer graças e contar piadas pq você parecia triste e eu queria te animar, queria me aproximar de você, quem sabe seu amigo mas entendo que quer ficar sozinha, irei lhe deixar em paz e estudar em outro canto da sala" então quando ia me levantar, ela segura meu braço e diz "Fica" me conta os motivos de sua tristeza e disse que não era feliz (também revela que os fones nem prestavam e que minhas piadas eram péssimas mas isso não vem ao caso).
Dias e meses se passaram e eu e Ja estavamos cada vez mais próximos, finalmente me sentir com alguém e finalmente ela mostrou quem era de verdade, uma garota alegre, engraçada e muito divertida, fazíamos tudo juntos e as vezes Je vinha junto mas tinha bastante ciúmes de nossa amizade, então meu amigo Cristofe pergunta como estão as coisas, então lhe digo que estou apaixonado e muito feliz, e que pretendia me declarar a ela, e para nós comemorarmos isso resolvemos marca uma pizza, me resolvo me arrumar, vestir minha melhor roupa, chegando lá os 3 estão me esperando sentandos em uma mesa, então, Cristofe se levanta e me apresenta JA como sua namorada e me revela que JE é a irmã, ele sem saber da confusão que eu fiz de nomes, diz que eu tenho algo a dizer para JE, então acabo me declarando a ela, com palavras que só a Ja entendia, o fiz e Je, talvez confusa ou por carência, simplesmente aceito, e passei aquela terrível noite com a irmã da menina que eu amava, e vendo a mesma beijando meu melhor amigo.
Algumas semanas se passam e sou apresentado como namorado de Je em sua casa, e começo a frequentar a mesma ao lado de Cristofe, mesmo ficando com Je, Ja e eu sempre nos isolavamos de Cristofe e Je para conversar e rir de nossas piadas bestas, Je talvez percebendo tudo oque está acontecendo manda eu me afastar de Ja apartir de agora, dizendo que ela não ia precisar de minha amizade e se aproximaria mais de Cristofe, e eu apenas estava atrapalhando, Ja ouve isso e me pede para não a deixar, sem saber oque fazer e confuso, eu me levanto e vou embora, Ja me acompanha, neste momento Je diz que se eu não fizer oque ela manda, vai está tudo acabado entre a gente, e que ela pagaria um de meus amigos para me deixar mal, eu digo que poderia fazer o mesmo e ela diz "Ja é minha única amiga, ela NUNCA trocaria o Cristofe por você" após ouvir isso, sem hesitar vou embora, me sentindo no fundo, caindo na realidade que meu amor por nada mais era que uma besteira, resolvo fazer algo que nunca havia feito antes, beber, com meio copo, Já estava tonto, resolvo me deitar.
Após me deitar tive a brilhante idéia de "Já que nunca vou ficar com a Ja e guardar isso só para mim está me matando, serei honesto com ela e me afastarei" mando a seguinte mensagem "Ja...não sei como lhe explicar, porém oque sinto por você não para controlar, eu te amo Ja... e sei que isso é um amor proibido ja que você namora meu melhor amigo, me perdoe, mas não quero ser uma pedra no caminho de sua felicidade, obrigado por tudo, adeus", Ja não costumava responder rápido, mas nesta noite por algum motivo ela viu, e disse "eu te amo, eu nunca senti nada pelo Cristofe, apenas aceitei namorar ele pq ele me pediu na frente de toda a minha família, e como nossas familias são muito amigas e por medo de decepcionar meus pais, eu resolvi aceitar, mas não sou feliz" eu sem entender direito tudo oque tava acontecendo, fico surpreso, mas digo que não poderiamos ficar, pois eu odeio traição, e namorar seria difícil, pq o pai dela me odeia e ja havia me ameaçado por deixar a Je além de amar o Cristofe, ele me vendo com a Ja só faria o ódio dele aumentar, então mostrando como séria impossível ficarmos juntos, digo para ela buscar a felicidade e oque a fizesse feliz, paramos de nos falar por um tempo e Cristofe vêm falar comigo muito triste, dizendo que Ja havia terminado o namoro, e que não era feliz, na hora me senti culpado, mas feliz por minha amiga.
Cristofe então me pede conselhos, qualquer coisa para ajudar a reconquistar Ja, então com uma enorme dor no peito eu digo "me desculpa, eu amo a Ja, não poderia ter ajudar" Cristofe então triste e surpreso me pergunta se eu ja havia ficado com Ja, e eu digo que não, depôs ele me pergunta se a felicidade dela fosse eu, se eu aceitaria ficar com ela, então eu lembro do que ele dizia a nosso amigo e digo "sim, você nem deveria se importa, ela é sua ex, e se ela for ficar com alguém melhor um amigo, certo ?" Cristofe então apenas ri e diz "ok, vamos da um tempo em nossa amizade, ambos a amamos então aquele que ela escolher para faze-la feliz e ficar com ela, o outro deve se afastar e não sair mais como o casal" mesmo por dentro que por fora eu dizia que ja havia desistido, por fora ainda havia esperança.
Alguns meses sem falar com Ja, sua irmã Je me chama até sua casa, para me apresentar seu namorado, um outro amigo meu que ela havia dito que namoraria e disse que eles eram um casal muito feliz, eu lhes dou parabéns e eles se convidam a ir a minha casa, e Ja é obrigada a ir por seus pais para reparar Je, então deixamos o casal ir na frente e Ja me trata friamente, ignorando e me deixando falar sozinho, chegando em casa, o "casal feliz" tem uma briga feia e pedem privacidade do quarto para eu e Ja, vamos para frente de casa e ela fala que ódio o fato que eu me afastei dela, começamos a nós falar denovo, até que falamos de pessoas que gostamos no passado e que nunca fizemos nada, então eu digo para ela tentar com alguém que a fizesse bem, ela coloca uma música, fecha meus olhos e me beija, depôs disso, eu e Ja começamos a ficar escondido. Se quiser saber oque acontece quando e Je descobre com o final em prints ai já é outra historia.
Eu sou babaca ?
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2020.01.20 17:31 Gab8786 A PIOR SOGRA DO MUNDO. Me livrei, mas doeu.

Considerações:
Primeiro: eu juro que isso não é fanfic. Eu vivi isso, acredite ou não.
Segundo: primeiro post que envio para o turma-feira, ah que emoção. Recentemente seus turma-feira's têm sido meu melhor passatempo, gratidão imensa por fazer meus dias melhores.
Terceiro: Minha vida amorosa é uma tragédia (não a nível de Shakespeare, mas é quase), te contarei apenas um dos casos. Se você gostar, quem sabe eu te conte mais outros...
Provavelmente você terá que fazer um vídeo inteiro sobre isso. Vamos lá.
(Os números e nomes aqui estão trocados. Não mostre isso no vídeo, ok editor?)
Aconteceu em 2014.
Conheci Micaela, a namorada com quem eu casaria se existissem condições. A gente combinava em tudo. Em todas as conversas tínhamos uma harmonia ímpar, gostávamos de estar juntos em todos os momentos, não tínhamos divergência de pensamentos políticos ideológicos (eu nem ligava pra isso na época), ela gostava de muitas coisas que eu gostava, se esforçava pra gostar de outras e eu fazia assim com ela também. Era muito bom estar junto dela.
Eu andava 3 km a pé pra ver ela e valia muito a pena(não existia Uber na minha cidade ainda, mas mesmo que existisse eu iria a pé pq eu n tinha grana, e ela gostava de mim mesmo assim, o que prova a veracidade dos sentimentos dela).
Ela frequentava minha casa algumas vezes, meus pais amaram ela, fez amizade com meus irmãos mais novos, ela jogava videogame comigo. Era um sonho.
Só havia um problema. Dona Gertrudes, a mãe dela. Ah, Dona GERTRUDES... Como posso te explicar, Luba... Imagina uma mulher religiosa ferrenha com uma moral do século 18. Eu não sabia disso até então. Pelo visto nem Micaela sabia que a mãe poderia chegar a um nível tão ABSURDO no final da história. Micaela apenas dizia que não podíamos subir pro quarto dela porque a casa estava bagunçada devido a uma reforma, e a mãe queria me conhecer primeiro (com o tempo), ou que ao menos eu assumisse namoro antes que eu pudesse frequentar lá em cima. Tudo bem? Tudo bem. Não sou acostumado com cerimônias, mas tudo bem.
Isso fazia com que tivéssemos que transar dentro do banheiro do prédio dela(Sim, nos primeiros dias já estávamos apaixonados a esse nível). Tinha uma câmera em frente à porta, mas a gente ligava o foda-se e entrava mesmo assim.
Aí você se pergunta: porque não na minha casa, no meu quarto? Bom, eu dividia meu quarto com meus irmãos. Nosso AP. Era pequeno, apenas 2 quartos. Seria constrangedor, muito embora, algumas vezes considerarmos essa possibilidade mantendo meus irmãos fora, mas era difícil.
Alem disso, dona GERTRUDES não deixava Micaela vir pra casa de um amigo sem mais nem menos. Ela não deixava eu entrar na casa dela, porque ela deixaria a filha entrar na casa dos outros?(Lógica dela). Então as vezes, quase nunca, ela ia escondido pra minha casa. Portanto, o banheiro, quase sempre, era nossa única opção (lembrando, eu não tinha grana pra Uber, imagina pra motel).
Chegou o momento que a gente se cansou disso (3 semanas depois) e resolvemos assumir logo esse namoro. Dona GERTRUDES quis marcar um jantar para perguntar quais as minhas intenções com a filha dela. SIM, não era o pai que queria perguntar isso, afinal ela era....... MÃE SOLTEIRA. SIIIIIIIIM, LUBA, MÃE SOLTEIRAAAAAAAAAA. Pegou raiva né? Saiba que não é nada perto do que vc vai sentir.
Então o dia do jantar chegou. A mãe veio com a famigerada pergunta e eu armei um discurso todo fofinho... "Eu quero amar e respeitar sua filha, quero conhecê-la a fundo, saber dos seus desejos e sonhos de vida, quero aprender com ela e ensinar tbm" pra que que eu disse "quero aprender com ela"? Ela já deu sua primeira patada: "Espera um pouco... Aprender com ela? Minha filha não é professora de ninguém não!"
Eu comecei a dar risada achando que era zueira, mas eu via cada vez mais que não. Que ela estava falando sério mesmo.
"Que absurdo, num relacionamento ninguém ensina nada a ninguém não, tem que estar todo mundo maduro o suficiente sabendo das coisas da vida, e o homem é quem toma a frente e quem sabe mais das coisas, porque é o chefe da família! Se você assume essa postura você é um bunda mole, e eu não quero minha filha casada com um bunda mole. CASADA, sim porque você sabe que um namoro é um preparativo para um casamento. ALIÁS, sexo, nananinanão. Só depois do casamento. Entendeu, senhor Matheus? Aliás... Quantos anos você tem mesmo?"
"19..."
"Pois é. Você que é mais jovem não deveria casar com uma pessoa 6 anos mais velha que você. (Sim, ela tinha 25 anos) Ela tem que se casar com um cara mais velho, com condições de formar uma família. Você trabalha? Você tem uma casa própria? Não. Então eu não acho que você deveria namorar minha filha, mas eu não vou estragar isso no dia da inauguração desse namoro né? Eu abençoo vocês mas com a condição de que você deve assumir essa responsabilidade."
E eu: "Tudo bem."
Sim, Luba eu deveria ter terminado alí, mas eu gostava tanto de Micaela, e eu achava aquilo ridículo demais para ser verdade, além disso eu não sou um cara de se jogar fora, eu não ia deixar que ela me considerasse um cara qualquer, eu fazia faculdade de Medicina na Federal, tinha educação de moral elevada de berço, iria provar meu valor, mas foi muita falta de amor próprio da minha parte. "Deve ser só pressão" eu pensava... Aham... Vai achando!
Os meses foram passando, e eu ainda não podia entrar no convívio da casa de Micaela, e ela ficava cada vez mais ausente, e me dizia por whatsapp que a mãe estava vigiando ela, não deixou mais ela sair de casa por um tempo, até que, quando chegou no sétimo mês, ela me revelou que Dona GERTRUDES não quer mais que ela se encontrasse comigo. E eu "WTF???"
Eu comecei a xingar a mãe dela dizendo ainda "como ela pode controlar tanto assim a filha de VINTE E CINCO ANOS? Micaela, você tem que tomar a independência para sua vida! Não deixe sua mãe te controlar assim! É muita imbecilidade da parte dela."
"Matheus eu ainda não me formei, não tenho condições de construir uma vida sozinha, e apesar de tudo ela é minha mãe, e eu não quero viver brigada com ela!"
"E eu, tudo bem... Como que a gente faz então? Se encontra escondido?"
"Parece ser a única opção né."
Assim fizemos por algumas vezes até o dia que eu fui para o prédio dela escondido. Ela estava fazendo um projeto da faculdade sozinha. Dona GERTRRRRRUUUDES viu pela câmera do prédio e desceu.......................
Eu nunca fui tão humilhado na minha vida.
"O QUE VOCE ESTA FAZENDO AQUI? Eu já não falei pra você não ver mais a minha filha? Você é um imprestável, você não é suficiente para minha filha, você é um qualquer e minha filha merece muito mais. Você é jovem e vai viver muita coisa ainda, vai conhecer muita gente e se relacionar. E se um dia trair minha filha? O que eu faço? Não importa a idade dela ela sempre será minha filha e se você for a causa do sofrimento dela eu n sei o que eu faço com você. Eu sei porque eu vivi isso. Ok? Além disso, você acha que eu não vi vocês dois pela câmera quando entravam no banheiro? Eu vi você falando mal de mim pelo whatsapp da minha filha, alem das fotos dela pelada! Eu fiquei tão chocada com isso que eu não permito mais vocês dois juntos, vagabundo. Saia daqui, vai para sua casa, eu já falei com o condomínio para não permitir mais sua entrada aqui. Não fale mais com minha filha. Está avisado.".
Enquanto isso Micaela morria de chorar pedindo para a mãe não fazer isso e ela estava irredutível. Não me permitiu falar nada. As duas subiram. E eu andei 3km de volta pra minha casa com o coração destruído. Achando que tudo tinha terminado.
Cinco dias depois me liga Micaela dizendo que disse a mãe que ia na casa da amiga Jéssica que morava perto de mim algumas quadras, mas estava vindo para minha casa para conversar comigo, dizendo que não iria desistir de mim.
Conversamos, e daqui a pouco DONA GERTRUDES liga para Micaela dizendo que estava na rua de Jéssica para buscar ela, porque ela havia esquecido de resolver algumas contas da casa no banco e ela queria a ajuda da filha. Depois ela deixava de novo lá na casa da amiga.
Micaela entrou em desespero. Saiu correndo daqui. Chegando no portão da minha casa estava lá a Dona GERTRUDEEEEEEEEES. Ela tinha ativado GPS no celular da filha e sabia de tudo.
Do carro ela falou aos berros e buzinas que chamaria a polícia e me acusar de sequestro se a filha não saísse e entrasse no carro. Eu tive que chamar meu pai que estava trabalhando porque eu não estava aguentando essa situação. Ele chegou e viu a situação insustentável. Falou com Micaela e levou até o portão. Meu pai não falou nada. Chegando em casa ele falou comigo o quão sortudo eu era por eu ter me livrado da convivência com esse ser desprezível como sogra.
Nunca mais vi Micaela.
Fiquei numa depressão profunda durante meses. Pensando no que me aconteceu.
Meu amor foi arrancado de mim sem dó nem piedade. Como se eu a agarrasse e tivessem cortado meus braços para que eu a soltasse.
Depois disso tive alguns namoros que também não passaram dos 7 meses. Hoje estou solteiro. Sem ninguém para eu dizer "te amo". Ao menos não de uma maneira tão sincera quanto eu dizia a Micaela.
Fim.
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2019.12.19 03:30 dishonoredbr Eu não aguento mais...

Sério, eu realmente desgosto dos meu proprios pais porém não consigo falar na cara deles porque eles provavelmente se matariam. Eles claramente me amam mas não consigo passar o mesmo sentimentos para eles. Não
Backstory rápida: Meu pai e minha mãe ficaram juntos por 22 anos , meu pai sempre bateu nelas e nunca fui tão bom quanto minha mãe queria q ele fosse. Ela traiu meu pai e meu pai traiu ela , meu pai começou a usar drogas pesadas junto da mulher que ele pegava e minha mãe foi em loucura da culpa aonde ela fez perdeu dinheiro pra esquema e bateu o carro do meu pai. Até perdeu o anel que meu pai deu pra ela.. Meu pai bateu muito nela quando ela contou.. Um dia ela bateu com uma gaveta nele , abriu um buraco na cabeça dele , eu precisei ajudar.. Passei boas e poucas com eles. Sempre tentei parar os dois mas nunca consegui.
Eu realmente peguei desgosto dos dois mas eles gostam de mim e se importo comigo, então eu não consigo falar para eles que não gosto deles. Então evito falar com os dois além dos necessários. Fico com minha mãe e trabalho com meu pai em uma empresa que ele fez para mim tomar cuidar quando eu tivesse capacida, já que eles não querem que sai de perto deles ainda , já que eu só tenho 21 anos ( quando eles se separaram eu tinha 18) e eles odeiam ou não confiam em ninguém na família deles pra ficar comigo ou me ajuda, já que os resto da famílias são tão fudidas quanto eles..
Eu realmente não sei o que fazer. Eu odeio ficar pertos dos dois já que meu pai é usuário de drogas fudido ( já até me bateu uma vez, e só não revidei pq era meu pai) e minha mãe até hoje não consegue esquecer meu pai , e frequenmente me pergunta dele e de quem ele fica , eu ODEIO falar isso com ela mas ela não para de perguntar. Claramente não é bom pra ela...
Eu odeio essa situação mas não tenho auto estima nenhuma, vontade nenhuma de melhorar, fazer faculdade nem nada.. Só quero paz... E nem tenho pra aonde escapar pq minha família é inexistente, não tenho amigo próximos além de 2 colegas de trabalhos e meu primo que é maconheiro e quer ir pra Portugal. Não namoro , não tem a menor chance já que eu bao tenho carro , todo meu tempo tô trampando com meu pai então não tem namorada nem namorado pra ir.. mal consigo falar com pessoas que não conheço por mais de um 1 mês no mínimo.
Eu atualmente só quero ficar só com meus jogos e vídeos, isolamento é minha única válvula de escape... Eu odeio essa merda de vida mas não tenho coragem de me matar... Eu só quero paz e ficar sozinho. Odeio essa merda. Acabei de brigar com minha mãe odeio esse lixo de vida.. tbm não gosto de mim , mas não tenho interesse em mudar. Eu realmente só quero ficar sozinho msm com emprego merda comigo mesmo, não aguento mais.. Ficar sozinho tracando no meu quarto é melhor parte do meus dias.
Desculpa por isso. Eu simplesmente não aguento mais e precisava escrever..
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.07.27 20:51 menitrust Um desabafo sobre ex namorada, pós-término, injustiças da vida e depressão

Namorei por 3 anos, foram 3 anos complicados, mas bons. Eu vou tentar não apontar quem errou ou quem acertou aqui, não gosto disso e não me acho no direito de julgá-la visto que todos os problemas que tivemos parecia se tratar de perspectivas diferentes. O desabafo é mais sobre mim e o quanto eu não consigo superar a depressão.

O relacionamento terminou em março, com ela alegando eu ser: ciumento, inseguro, possessivo. Em minha defesa, eu nunca fui isso durante 3 anos. Em 2018 minha mãe descobriu um câncer em estágio avançado, desde então tudo virou de cabeça para baixo, fiquei sem emprego, a vida estagnou e minha depressão que eu sempre tive acabou piorando. O que isso tem a ver? Bom, não tem como alguém ser forte 100% do tempo. Ela começou a se distanciar, fez novas amizades, mentiu diversas vezes para mim e ainda sobrava tempo para discutir diariamente onde eu, em todo o tempo, era o culpado por tudo. Vale lembrar que nunca a limitei de nada, acredito que um relacionamento saudável é quando ambos tem suas vidas individuais também. O ponto que quero chegar é que eu acabei precisando mais dela do que antes e eu nem falo de alguém para resolver meus problemas, mas é ótimo escutar de quem amamos um "vai ficar tudo bem, estou aqui para te apoiar". Digo, isso pelo menos foi o que eu fiz durante todos esses anos já que ela foi a quem mais sofreu com transtornos psicológicos e descarregava tudo em mim constantemente. Enfim, ela terminou comigo em março.
O relacionamento acabou de forma humilhante para mim. Decidimos manter uma amizade, mas eventualmente uns amigos dela começaram a me sacanear publicamente sobre um deles estar namorando ela, chamando de namorada, que amava e tudo mais. Eu não podia ignorar isso, eu ainda estava triste pelo término e não acredito que se deve ficar cutucando feridas abertas. Optei por cortar os laços com ela, falei que não achava aquilo justo tudo (nem o término), mas que desejava tudo de bom e que estaria sempre disponível para conversar caso ela entendesse o mal que me causou. Ela riu de mim e não disse nada.
Nesse ponto, eu entrei na pior depressão já vivida por mim. Não me sentia mais com forças para lutar por minha mãe, por minha família e nem mesmo por mim. Sem amigos, sem namorada, parentes distantes, ninguém era capaz de me perguntar "você está bem?". Não demorou muito para minha própria mãe falar "você quer que eu morra?". Me desculpa, mas eu não sabia o quão mais forte eu tinha que ser.
Uns dias atrás eu mandei mensagem para ela, queria tirar algumas coisas a limpo, pedir desculpas se fiz algo e tava apto a seguir em frente. A conversa em resumo: ela achou minha atitude de bloquear todas as redes sociais hostil, não bem vista aos olhos dela e que tudo ainda era culpa minha. Apesar disso, pediu desculpas por ter rido de mim (pela primeira vez na vida) e ambos se desculparam, mas preferiu não manter contato ou amizade por enquanto por motivos de "não me sinto preparada". Concordei e senti um certo alívio.
Desde então, não nos falamos mais. Sinceramente, isso foi um conforto interessante para mim, sinto que serviu como ponto final e os dias seguintes eu já nem pensava mais nela ou a respeito do que tivemos, senti como se realmente tivesse seguindo em frente.
Pulando para hoje: acordei cedo, fui ao mercado para comprar algumas coisas que faltavam aqui em casa, me arrumei e fui jogar meu basquete de toda manhã de sábado. Apesar da minha depressão, prometi a mim mesmo que não me mataria ou deixaria isso piorar minhas condições enquanto a história da minha mãe não tivesse um desfecho.
Contextualizando um pouco o que há por vir: Tem um rapaz lá que eu conheço há uns anos, cara legal. No início do ano eu, indo para faculdade da minha ex (com minha ex), encontrei com ele e descobri que era comum eles pegarem o mesmo ônibus. Depois que meu relacionamento acabou, vira e mexe ele faz um comentário sobre "sabe quem eu vi no ônibus?", na intenção de perturbar mesmo.
Hoje ele perguntou "como vai sua vida amorosa?", eu não entendi a pergunta mas respondi "não tenho uma ainda". Ele riu e falou "tu tem que esquecer tua ex cara, vou te levar num local aí", respondi que já havia superado para encerrar o assunto e ele insistiu. Notei que algo ele sabia, então falei "é, conversei com ela uns dias atrás" e ele falou "é, eu sei".
Isso foi uma surpresa, mas ainda sim ele não quis entrar em detalhes. Eu não queria parecer desesperado, então fui perguntando normalmente do que ele falava e ele sempre falando "se eu falar tu vai lá falar com ela para tirar satisfação". Isso já tava me deixando meio irritado, certamente não iria ter um fim legal nessa história. No fim ele perguntou se eu conhecia uma garota (que eu acredito fortemente ter sido uma grande influencia na cabeça da minha ex para tudo acabar como acabou) e que ele encontrou ela no ônibus, conversando com a minha ex.
Ele não disse como ou o que aconteceu, mas por alguma razão ele ficou sabendo da minha mensagem e isso me deixou intrigado. Porra, o que mais ele sabia? Ela (minha ex) é tão baixa assim? Então o fato de eu ainda ser feito de otário é real?
Preferi esquecer isso, mas isso acabou com minha manhã e consequentemente meu dia.
Estou absurdamente inquieto com isso, triste, deprimido. Eu realmente tava sentindo um gostinho de alívio, satisfação, de "posso virar a página" e então poucas palavras me derrubaram. Vontade de chorar, gritar, perguntar o motivo de tudo isso. Qual o propósito de ser atingido tantas vezes assim? Realmente existe uma forma de fugir da depressão?
Eu só não aguento mais ter que manter a postura diariamente para não ser julgado como fraco, chato ou inseguro. Eu não tenho mais interesse em relações sociais justamente por ter que ficar fingindo ser uma pessoa perfeita.

Peço desculpa o tamanho do desabafo e a minha falta de capacidade em me expressar, mas eu realmente me sinto no limite. O meu maior desejo no momento é que minha mãe fique boa logo, assim eu posso cometer o ato de suicídio sem o peso da culpa.
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Crônicas de Arian Vol.1, com CLÍMAX, SEM CENSURA e versão SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em versão digital. Admito não ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor já demonstra limitações textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabulário muito limitado, cheio de vícios de linguagens e erros ortográficos. Mesmo tendo essa noção, fui surpreendido (negativamente) por um produto literário de conteúdo horrível, preguiçoso e de péssima qualidade.
Primeiro, um “pequeno” resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: “Um garoto acordou sem suas memórias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condições ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma família, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma missão, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a missão não era o que aparentava. O que começou como uma escolta, virou algo sem precedentes na história do seu mundo.”
Se você leu a sinopse acima, a impressão que fica é: o livro vai contar a história do Arian nessa missão, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a história PRINCIPAL só começa depois do capítulo 20, onde ½ do livro são arcos periféricos que não agregam em nada a narrativa? Pois então...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, até para não alongar muito o texto, que já está grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
· Um sistema militar hierárquico e organizado, onde temos patente e divisão de funções bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
· Sistema econômico complexo (conceitos avançados) , com noções de valores e mercado financeiro (só faltou citar a inflação no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagunça dentro das próprias regras estipuladas nas descrições. Vamos relevar por enquanto essa confusão de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco é basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FORÇA “OCULTA” que o Arian tem no quesito podeforça. E qual a situação que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO 🤦‍♂️(já vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque é a motivação principal do Arian são essas mestiças inter-raciais), junto com o segurança (namorado dela), em que ambos são atacados por militares MALDOSOS e SÁDICOS (adjetivos usados a exaustão para todos os vilões desse primeiro livro). São salvos pelo protagonista aparecendo no momento previsível e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, já foram seis capítulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que só serviu para apresentar três personagens que são de fato úteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que está na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
Já se foi quase 20 capítulos até aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. É uma enrolação que não chega a lugar nenhum, falando em termos de história que está sendo contada. Foi uma introdução GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro é rico em detalhes ou informações (que não é verdade), elevando o número de páginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acadêmico e escrito por um universitário preguiçoso, que tinha um número de páginas mínimas para fazer, só que ele não estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados inúteis para alcançar os requisitos exigidos para a entrega e avaliação.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISSÃO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impressão que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. Só que não é isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TRÊS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, já se passaram mais de vinte capítulos e não começou a missão principal ainda??? Sim. É isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma história paralela sem função para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, após ele acordar na beira estrada com a . Prefiro não detalhar esse trecho, porque dos supostos três capítulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses capítulos são dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito “entusiasmo”. Nada do que é esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram capítulos inúteis que só tinham o propósito de CHOCAR. Até existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, só que é jogado fora completamente, porque no presente(em relação ao livro), ele não sofre mais com essa indecisão mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de três histórias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que é a missão de escoltar a Lara e um objeto poderoso. Já passou metade do livro, e a jornada só começou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. Não é exagero. São vários capítulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...São 8 capítulos dessa forma, onde não temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. É só eles indo por uma estrada até seu destino.
Talvez, até o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Então, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a tática que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. Né...Insinuar estupros com crianças de 6 anos de idade não choca mais como antigamente(sendo irônico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que é a escravidão e os abusos sexuais, mais poder “oculto” do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequências para ninguém.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou capítulos de fillers essa missão secundária, porque nada o que ocorre nesses capítulos, tem grande relevância ou repercussão nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. É mais um jeito de enrolar e esticar uma história que podia ser contada em poucas páginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco é uma missão que começa fácil, complica a situação, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abraço), eles lutam com milhares de Goblins, são salvos por uma deusa que não apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a missão. É isso tudo que acontece nessa missão. Temos mais algumas informações (inúteis) sobre o passado do Arian e só.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situação vazia, já que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas páginas no máximo do livro e não é estabelecido esse suposto vinculo de confiança entre os dois. Só mais uma situação jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padrão de resumo do livro: lutas acontecem, vários personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descrições confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para trás, se dissipando, humanos normais, (vocês vão entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e nórdica, dragões bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no último minuto por personagens aleatórios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que não foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo é inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja factível para existência desses elementos naquele universo.
Logo após essa lambança, o último capítulo (44) é dedicado exclusivamente a explicações (que já deviam ter sido feitas nos capítulos anteriores) e informações que eram necessárias (ou não) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, vocês lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior às pressas pelo autor. Pois é. Nas crônicas do Arian, coisas são simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor está dizendo. Foda-se que não faz sentido, ou que não foi estipulado anteriormente, ocasionando a impressão de “termina de qualquer jeito, porque não é um capítulo de luta”. Foda-se tudo que é importante para construir uma boa história.
E temos finalmente o epílogo, em que o Marco tenta fazer um “joguinho com leitor”, escrevendo sete mini histórias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a menção dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar “A QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO”. O resultado é algo idiota porque, você utilizando um pouco lógica e a técnica de exclusão de opções, você já sabe quem é quem nesse epílogo medíocre. É uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se não consegue nem fazer o básico, não inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
Já esperava uma qualidade questionável quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e semântico de forma geral, porém fiquei surpreso o que li(Sou horrível em português e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presença de 3 REVISORES para a publicação. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mangás/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, não é mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a redação literária, incluindo o próprio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu próprio texto, o livro ainda apresenta erros ortográficos gritantes. E não são poucos. São MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de três erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 páginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que também continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar até certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
“...governava aquela área, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...”
É um exemplo de vários trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses não foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha atenção: as repetições de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabulário é muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e “fluída” para o leitor que irá consumir sua produção, tenha a experiência mais agradável possível enquanto ler seu produto. É tão bom ler linhas de um texto em que a narrativa é envolvente não só pela história sendo contada, como as palavras que estão sendo utilizadas para transcrever os cenários imaginados. É muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restrições dos conhecimentos do autor em termos ou sinônimos de várias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que está acontecendo ali. Nas descrições das lutas, é um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
“Desvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...”.
É um cheat isso??? É um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei lá o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utilização de vários vocábulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: “...fazendo com seu CORPO seja jogado para trás, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS caídos ali”. E nem é só a palavra “corpo” que ele repete direto. ”Mudando de assunto”, “Falando nisso”, “sendo jogado para trás”, “dissipou”, “capuz”, “bracelete”, “sádico”, “humanos normais”, “arremessado”, “vários metros para trás”, “força do golpe”, “chances de isso acontecer”(é quase o vídeo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem múltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os “humanos normais”, que parece ser a única métrica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os níveis de poder dos personagens. “Ele é tão forte, que sua força é equivalente à de 5 humanos normais”, “Ela quebrou o escudo do seu adversário, que aguentaria a força de mais de 10 humanos normais.”, ”...aquele guerreiro aparentava ter a força de 8 humanos normais.”, seja lá o que for a força de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Além de ser um comparativo vazio, já que a dimensão de forças é baseada em humanos (sendo que eles são humanos do nosso mundo, ou são humanos com outros fatores mágicos? não diz ou fica claro) que não foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
– O protagonista está numa peregrinação em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. – Alguém fã dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que está buscando recuperar suas memórias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua história, o que acontece? NADA. O personagem não cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informação. Nem impacto ao redor é sentido quando coisas acontecem ou são reveladas. Todos os personagens são apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. Não temos arcos de construção, nem mudanças no status quo de alguém. Não temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem construção decente de interesses românticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
Já comento que não sou purista ou coisa parecida. Não me importo que tenha cenas de estupros ou de violências extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situação é usada para BOSTA NENHUMA (SÓ PARA CAUSAR). Antes de começar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui não dá...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opinião com apenas três perguntas. Essas três perguntas, é um teste básico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma NÃO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execução desse teste, houve UM NÃO como resposta para qualquer uma das três perguntas, podem ter certeza que a cena em questão, foi escrita só para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Então, posso dizer que o livro do Marco Abreu, é uma síntese da MISOGINIA redigida em formato literário. É um NÃO para as três perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representação dessas cenas que são mostradas.
Conforme eu ia lendo, não me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a violência. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utilização de artificio), ocorrem a partir da visão do Arian, personagem masculino. Já começa totalmente errado. Segundo, os estupros só tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas são deixadas de lado, para exaltação do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salvá-las do perigo. Terceiro, depois que são violentadas, as personagens NÃO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITAÇÕES POSTERIORES EM OUTROS CAPÍTULOS. Fica na mensagem: “Mais uma donzela é salva. Vamos para a próxima em perigo.”. É muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRIÇÕES quando é uma mulher na cena, em comparação a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou até um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da mãe e da filha de uma família que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da família? É simples. O vilão desse flashback tem “senso de justiça” e antes de começar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: “Você é muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente”. Facada no coração dele e morre o HOMEM da família. Em um parágrafo, o pai é morto e o vilão, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por aí a violência contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS NÃO FOI ASSIM. É nojento, porque foram páginas e páginas de violência contra as duas, com as maiores descrições possíveis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da vítima com uma espada, fratura no braço, estrangulamento, estupro, morte... É um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. Só serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor também, não descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse só nessas cenas polêmicas. Até nas lutas, o lado “SADISTA” do autor aflora quando tem mulher na parada. “Ele toma uma espadada nas costas e cai morto no chão”, para o caso masculino. Simples e rápido. Agora para o outro gênero: “A espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus órgãos internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto é agredida em seu rosto por socos.” no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas dúvidas se ele não faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Também tem a forma que é introduzida todas as personagens femininas no livro. É de ficar batendo cabeça na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. “Kadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...”, “Lara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a atenção dos demais homens enquanto passa.”, “Joanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incomparável a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.”. Já deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro é seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. Só que o “forte” para o Marco é no quesito físico, porque NENHUMA DELAS tem características marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. É idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com alguém do sexo oposto.
E puxando o assunto interações...
Diálogos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou é a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens são, como adjetivos, vícios, problemas, comportamento, e outras partes que compõem a persona deles, adquirimos a noção de como o personagem irá falar. Se for tímido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na história. Talvez até pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, vão ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborrágico ao extremo. São exemplos simples e fáceis de entender.
No livro do Marco não se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. Não há distinção entre um e outro. Se a narração não identificar quem está falando o que, você fica perdido durante a discussão. Apesar da ficha de descrição de cada um dos personagens ser uma linha única, na teoria são todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando vão conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
“Você é muito impaciente Lara. Não se precipite ao atacar”.
Duas linhas depois:
“Devemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, até os Goblins saírem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situação das mulheres – disse LARA”.
A mesma personagem que na teoria é a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, é fria/apática ao que está vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignorância de uma vez. As personalidades de todos são iguais, sem distinção alguma. É algo nítido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se você já viu vídeos do Marco, vai perceber maneirismos, vícios de expressões e vestígios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. É praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma missão de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou plágios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
Não posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma “saudável”. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, têm muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, à personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo é muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previsíveis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que você já assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A história contada aqui, não tem identidade própria.

Fiz uma seção especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM É ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e é por isso que surgiu a minha dúvida. Ela SUPOSTAMENTE é importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Então, por que ela não faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, além de ser um “alivio cômico” em momentos pontuais? Não é atoa que ela é um fantasma, já que ela é invisível até mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela está fazendo. Ela só é lembrada quando o Arian está abraçando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de comédia romântica) ou quando o PROTA está ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupação. Só nessas ocasiões que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situação. Fica ainda mais crítico depois que começa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que está acontecendo ao redor dela ocorre durante as descrições das lutas. Ela é totalmente descartável nesse primeiro volume. Ela estar ali ou não, faz diferença nenhuma para o enredo. E que nome é esse? É uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, até porque já passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu não curti durante a minha experiencia de leitura das Crônicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
· A alternância de visões dos personagens no foco narrativo entre os capítulos. Não fazia diferença se o capítulo era na visão do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
· “Chances baixas de ganharmos.”, “Ele tem chances baixas de vencer”, “As chance são baixas de sobreviver”...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um vídeo do Marco de “Chances de nova temporada para anime tal”.
· As frases filosóficas baratas: “Não tenha medo de errar, repita até ficar melhor, e saiba admitir a derrota.”, “A morte não te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da próxima vez”, “Confie em mim, entendo de mulheres, se não se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai lá e joga umas verdades na cara dela, e não aceita um não como resposta”. E são muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
· As regras econômicas daquele mundo. Você ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze não é possível nem comprar um pão, porém com cinquenta moedas, dá para comer bem durante o dia todo(???). Não foi afirmação minha, está descrito no livro. Além de nenhuma noção de economia, o real valor das moedas é um foda-se gigante. Se não tem condições de elaborar um sistema monetário decente, não menciona.
· As insinuações sexuais com crianças. Há cinco momentos no livro que isso acontece e é complicado. De novo, quando aparece isso, você fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
· O esquema de “pagamentos”. É igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), só que aqui é pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. Só coisas escrotas e sem função narrativa. Eles não podiam só ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mecânica de pagamento?
· O código de barra da missão. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: “Viemos pela missão 568844EW” WHAT??? QUE BAGULHO É ESSE? É uma chave única de acesso a algum banco de dados? É senha de segurança de cartão de crédito? É a senha automática gerada no caixa eletrônico quando você vai sacar dinheiro? Que negócio ATUAL. Eles estão em um mundo MEDIEVAL, onde não tem comunicação ou troca de informações em tempo real, porém cada missão criada no planeta inteiro, vai ter uma ID única, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles têm, sendo que não tem um servidor para fazer essa operação? QUE PORRA FOI ESSA?
· Há duas menções, bem rápidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vilão do momento se vira e fala para seu capanga: “Você não gosta de homem? Vai se divertir com o segurança desmaiado”. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda menção foi uma piada que soltaram no quarto arco: “Se fosse um menino de seis anos, aí deveríamos ficar preocupados”. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a missão de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de pedófilo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. Só é IMPRESSÃO.
Conclusão
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A ausência desse tipo de pessoa nessa publicação independente, é muito sentida. O livro é uma bagunça. A ideia central da história está perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repetições de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revisão ortográfica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que é a falta de noção dos próprios defeitos que o Marco tem como escritor. Os comentários dele no final do livro deixa nítido a situação. Ele admitir que escreve mal não é o bastante. Durante todo o volume 1, não percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudanças. Parece que está falando só dá boca para fora, mas não está fazendo nada para corrigir esse defeito. Só treinar escrevendo, não ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa história, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da língua portuguesa (muito importante para ele) e não só ter a noção/consciência dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
Não recomendo ninguém a comprar ou ler o livro As crônicas de Arian volume 1. Nem por diversão vale o tempo.
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2019.04.22 00:43 lucius1309 CASO PERDIDO

"Talvez ir ao Inferno e voltar como se absolutamente nada tivesse acontecido."
Foi essa a resposta que dei pra Patrícia quando ela me perguntou o que eu imaginava como uma grande conquista pra um ser humano. Paz de espírito é outra coisa. E ela prosseguiu com as perguntas como se eu fosse um grande conhecedor da humanidade.
"Mas Carlos, analisa comigo, você ser um cara tão esclarecido e sem opinião política não faz sentido algum. Você precisa se posicionar de alguma maneira! Veja o caos que o mundo se tornou, eu não quero nem imaginar o que vai vir daqui pra frente!"
O ano era 2016 e estávamos absurdamente fudidos, assim como estamos agora em 2019, e assim como estaremos em 2020. Assim como estaremos até o fim dos tempos. Deus não tem piedade das nossas almas assim como a bíblia costuma dizer que tem.
Respondendo Patrícia.
"Não é que eu não tenha opinião sobre as coisas, é que enquanto a maioria das pessoas está tentando fazer as demais forçosamente estar do lado delas, eu estou bebendo e esperando o mundo fazer algum sentido. E vou parar de beber sim, no dia em que o mundo estiver fazendo sentido. Um acordo simples, e no meu entendimento, justo."
"Todo esse seu jeito de pensar vai te matar algum dia. Já pensou, um dia eu acordo com sua foto no meu Facebook dizendo que veio a óbito?"
"Isso é impossível, tentei me matar oito vezes e não consegui. Não vai ser a garrafa que vai fazer esse trabalho sujo."
"Nunca duvide do potencial de uma garrafa" ela disse, dando uma golada na cerveja "do jeito que você tá indo, não passa do ano que vem."
"Seria sorte demais, uma sorte que não tenho." respondi.
Pensei que ela tava falando asneira demais, e por isso pedi mais dois shots de cachaça (do Velho, é claro) e golei ainda com mais força e raiva meu copo de cerveja. Servi tudo de novo e virei mais uma vez.
Patrícia era uma garota legal, mas nossa relação estava se desgastando. Fazia quase três meses que a gente se via regularmente, os papos eram bons, mas eu era um sujeito exaustivo. Eu estava cansado. Pra falar a verdade, eu me odiava e queria morrer. Apenas isso. Mas era impossível pra mim (a morte), então ia vivendo de um jeito completamente inconsequente. E vinha dando certo.
Respirar o ar de cada dia, tentar fazer as coisas certas, ser uma pessoa bondosa e atenciosa, amar ao próximo, sorrir para crianças, cortar o cabelo uma vez por mês, as unhas todas as semanas, limpar os ouvidos e usar roupas o menos surradas possíveis, se meter em prestações para comprar um carro, beber socialmente e só aos finais de semana, parar com as drogas e com as idas frequentes aos puteiros mais fuleiros da minha cidade, pensar um pouco no ecossistema, amar pai e mãe como a bíblia mandava amar, arrumar um bom emprego e ter colegas de trabalho, pagar impostos e contas de água, luz, telefone, arrumar uma namorada, noivar, casar e ter três filhos e dois bichinhos de estimação, achar que tudo isso é o suficiente para preencher anos de vazio, descobrir que não é, voltar a beber com força e a cheirar cocaína até meu septo furar de vez, perder tudo e ainda assim se sentir completamente vazio, ver que ser um total babaca idiota imbecil não resolveu porra nenhuma, lutar pelos meus direitos de ficar muito louco também não, querer mudar o mundo sem fazer absolutamente nada, ter overdose de redes sociais, tudo isso, todo esse roteiro besta pra entender o simples: nada nunca vai se resolver por completo.
"Você tem que trabalhar esse seu perfeccionismo, Carlos. Isso vai te matar algum dia."
"Qual é o problema de querer que as coisas estejam certas?"
"Isso é obsessão. Você é o ser mais obsessivo que já conheci. Isso é completamente doentio."
Patrícia me tecia mais e mais críticas como se ela fosse a minha mãe ou a minha namorada, ou a minha professora da terceira série que sempre achou que eu tava errado. E graças a ela eu comecei a desistir de querer agradar sempre aos outros, e passei a agradar a mim mesmo, me tornando um completo egoísta que fazia de tudo para conseguir o que queria, mesmo que isso custasse caro para as outras pessoas. Anos depois comecei a matar aulas para beber conhaque e jogar fliperama, depois comecei a faltar no trabalho para beber descontroladamente por quinze dias, e, depois disso, comecei a deixar de ir em eventos de família porque eu não suportava ser tão falso e fingir que tenho uma. Porque eu não tenho. Eu nunca tive. E não há problema nisso.
Além é claro, das incontáveis vezes em que conheci uma boa mulher, com potencial pra quem sabe, ser a mulher da minha vida. Mas eu deixei de ir nos nossos eventos porque estava muito bêbado, ou chegava a ir, mas com olheiras fundas demais e completamente travado pelo uso abusivo de drogas.
Escuta, não me orgulho disso, mas isso fez de mim o que eu sou hoje. Fez eu me tornar o que jamais imaginei que me tornaria.
Agora, voltando pra 2016, eu e Patrícia novamente.
"Escuta aqui sua vagabunda do caralho, eu acho que você está dizendo é um monte de merda."
"Dói ouvir a verdade né?" ela disse, dando uma risada sarcástica.
"Dói ser uma puta arrombada, né?"
"Carlos, o que eu quero dizer é o seguinte, você escreve muito bem, bebe muito bem e fode muito bem, mas mulher nenhuma vai querer se meter com você por mais do que duas noites. É isso que você quer pra sua vida?"
"Não me parece tão ruim. Ao menos enquanto eu puder beber, as coisas sempre estarão no seu devido lugar."
"Você é um caso perdido!" ela disse, levantou, jogou cinquenta pratas em cima da mesa e foi embora sem que eu pudesse ter a chance de responder.
Não interessava mesmo dar uma resposta.
Eu só precisava sair dali, e rápido. Se possível pra um lugar em que houvesse bebida e drogas. Peguei as cinquenta pratas e saí de lá sem pagar a conta. Passei no mercado, comprei duas garrafas de Velho Barreiro, passei na biqueira e peguei três pinos de dez. Me tranquei no meu quarto e de lá não sai pelas próximas 24h que vieram.
Nada foi resolvido, mas, ao menos por um instante, foi esquecido. E talvez só isso já tenha valido a pena.
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2019.03.19 01:44 cacowxou Descobri que namoro uma mulher trans

Olá gente, é o seguinte: Namoro faz seis anos com essa pessoa que até setembro do ano passado, a conhecia como homem. Nós sempre fomos muito grudadas, sempre conversamos sobre tudo, porém, sempre notei algo de peculiar. Nosso namoro começou quando eu tinha 14 anos, quase 15, e ela 16. Foi um começo de namoro digno de filme hollywoodiano. Logo, ela foi estudar no mesmo colégio que eu, cursamos o 2 e 3 ano juntas. (Desculpe se eu errar pronome, ainda estou em fase de adaptação) Eu acabei me afastando de meus amigos, e ela dos dela, por questão de ciúmes e porque fazíamos tudo juntos, menos cagar. Eu tenho depressão desde os 11 anos de idade, ela não entendia o porquê. Com o passar do tempo, ela disse ter depressão também, porém no caso dela eu realmente não entendia o porquê, pois ao contrário do meu caso, que foi por motivos de um pai completamente abusivo, a família dela sempre foi muito boa, ela não passou por grandes perrengues na vida... Isso me deixou com a pulga atrás da orelha. Com o passar do tempo, percebia um jeito um tanto quanto feminino, não me importava pois eu gostava do jeito dela, mas ela era uma pessoa muito desengonçada e nunca se arrumava, usava roupas velhas, e coisas assim. Eu sempre fazia perguntas do tipo "você é gay? você é bi?" em busca de entender o que eu sentia que tinha de errado e ela não me contava. Nosso namoro nos 2 últimos anos foi da mal a pior, ela nunca se arrumava, usava roupas velhas mesmo eu dando inúmeras roupas de presente, só reclamava de dor ali e acolá, não preparava nenhuma atividade para fazermos final de semana, não me dava muita atenção e cada vez mais foi se enfiando na tela do celular. Eu fui perdendo o gosto pelo relacionamento, pelo sexo, pela companhia... Faz um ano em que ela entrou num grupo de D&D e está até criando seu próprio sistema com outros amigos, amigos esses que me aproximei, eu acho mó daora, porém, ela me afastou de tudo, arrumou amigos e eu fiquei sozinha nisso sabe? E eles se reúnem todo domingo. Nós praticamente só temos o sábado para fazer algo, e sempre que ela aparece eu fico triste, pois basicamente ficamos em casa, e ela o dia todo no celular respondendo esses amigos. Descobri que ela era trans em setembro de 2018, foi num momento na minha vida que finalmente estava conseguindo sair da depressão, depois de 9 anos nisso, eu tava muito bem, ela estava muito doente como sempre e fui ajudar a arrumar a casa dela e cuidar dela, quando chegou a noite, fui conversar pra tentar entender o que se passava com ela e me surgiu a ideia de perguntar se ela era trans, só foi algo que veio na mente mesmo. E ela me respondeu com um "talvez" querendo dizer sim só que sem querer dizer... E aí meu mundo caiu. Eu sou bi, e luto pelos direitos LGBTQ+, porém quando você enfrenta a situação na pele você percebe que não é tão fácil como parece. Eu chorei por mais de um mês, comecei uma terapia pois eu não sabia com quem falar sobre isso, ninguém entenderia. Estou num misto de insatisfação no relacionamento com um grande medo de quando ela começar a tomar os hormônios, fico muito feliz por ela estar encontrando seu lugar no mundo, mas está sendo muito difícil passar por isso, me sinto numa espécie de luto, tudo aquilo que eu imaginei um dia ou conheci está mudando, e ninguém nos ensina a passar por uma coisa assim. Ela não tem dinheiro pra nada, a mãe é irresponsável, e por muito tempo eu paguei as coisas para ela pois não queria que ela deixasse de ir aos poucos lugares que íamos por ela não poder pagar. Eu cobro atenção dela, cobro que ela faça alguma coisa, pois apesar de eu a amar muito, é muito peso pra uma pessoa só. Um dia eu me abri na frente de 2 amigos dela que sabem que ela é trans sobre o quanto eu estou sofrendo no momento, pois além disso tudo, estou passando por um período muito turbulento em que meu pai e minha mãe estão se separando e meu pai está ameaçando minha mãe de morte e etc. Esse amigo me falou "talvez eu seja grosso no que eu irei te falar, mas o foco agora é sua namorada" como quem diz que eu não tenho direito de sofrer. Eu quase me matei faz 2 semanas.
Resumindo: Namoro a 6 anos, o namoro tá uma bosta faz 2. Em setembro descobri a transsexualidade da minha namorada (M>F), juntou com minha depressão e o abuso psicólogico que estou sofrendo, não aguentei. Não sou uma pessoa transfóbica, só não estou sabendo lidar com o luto que sinto. Me sinto muito só, sem amigos para conversar sobre as coisas que estou passando e minha namorada está muito sensível a tudo e muito distante de mim. O que eu faço?
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